
Nubank Parque foi o nome escolhido pela torcida palmeirense
Sai Allianz Parque e entra Nubank Parque. Foi essa a escolha da torcida do Palmeiras para o novo nome da arena palmeirense. A oficialização da nova forma de chamar o estádio foi feita nesta segunda-feira (4) pelo banco.
O nome escolhido foi o mais votado pelos torcedores na enquete feita pela nova detentora dos naming rights do estádio. As opções disponíveis eram: Nubank Arena, Parque Nubank ou Nubank Parque, que foi o preferido da torcida.
De acordo com o banco, foram cerca de 500 mil votos, sendo que Nubank Parque foi o preferido para 47% dos torcedores que votaram. Cada palmeirense podia votar apenas uma vez, pois a escolha era mediante CPF.
A mudança de Allianz para Nubank
O anúncio sobre a mudança na detentora do naming right foi oficializada no dia 10 de abril. Na oportunidade, a Nubank fechou acordo para assumir o lugar da Allianz Seguros.

Allianz Parque – Palmeiras
Essa possibilidade surgiu após a Nubank demonstrar interesse no naming rights. O banco fez proposta melhor do que o contrato assinado até 2044 pela Allianz com a WTorre, administradora do estádio do Palmeiras ( veja mais abaixo).
Com isso, o atual contrato foi rescindido e a Nubank assinou novo acordo. Desde então, a arena palmeirense teve os últimos jogos com o nome Allianz, sendo que o último foi o empate diante do Santos, no final de semana.
Durante todo o período desde a assinatura do contrato, o banco deixou no ar a enquete que escolheu Nubank Parque como novo nome.
De Parque Antártica a Nubank Parque
A mudança no nome do estádio faz com que o torcedor palmeirense vasculhe as memórias para relembrar a história do palco dos jogos do Palmeiras.
O local que já foi literalmente o parque de uma cervejaria, o Parque Antarctica (aportuguesado para Antártica) que continha um campo de futebol, se transformou em Palestra Itália, passou a ser arena com o nome de Allianz e agora tem novo nome.

Parque Antártica/Palestra Itália
A transformação do antigo Estádio Palestra Itália em arena ocorreu a partir de um acordo entre o Palmeiras e a WTorre, que passou a administrar o local por 30 anos (até 2044). Durante esse período, o clube mantém participação integral nas receitas de partidas de futebol disputadas na arena.
Pelo contrato, inciado em 2014, as despesas operacionais do estádio — como água, energia, segurança, limpeza, seguros e manutenção do gramado — ficam sob responsabilidade da empresa gestora. Além disso, o Palmeiras recebe percentuais progressivos das receitas geradas por patrocínios, camarotes e eventos realizados no espaço.
Ao término do prazo de 30 anos, o clube passará a ter controle total sobre o empreendimento, encerrando o acordo com a construtora e consolidando a posse integral da arena.

