“Vivo o meu melhor momento”

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Aos 38 anos, o goleiro Weverton atingiu o que muitos consideravam improvável: o topo do futebol mundial mais uma vez. 

Confirmado como uma das grandes novidades na lista de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026, o arqueiro celebrou o momento e afirmou, sem hesitar, que vive o verdadeiro ápice de sua trajetória profissional.

“O goleiro atinge o ápice dele depois dos 30, tem a maturidade para suportar qualquer coisa. Se pegar um jovem e uma pessoa de 60 anos, eles vão tomar decisões diferentes. O mesmo acontece com o jogador de futebol. Um goleiro com 30 anos já experimentou muitas coisas boas e ruins. Ele ainda tem vigor físico, se cuida mais, se dedica e colhe os frutos. Vivo o meu melhor momento com um todo hoje: atleta, homem, pai, marido… Todas essas coisas estão no mesmo pacote”, disse o jogador em entrevista coletiva. 

Na visão do goleiro, uma série de fatores se alinharam nos últimos dias para que o chamado viesse. 

Entre elas estão as atuações de destaque nos últimos jogos do Grêmio.

“As coisas têm de se alinhar no futebol, nos últimos dias elas foram se alinhando a meu favor. Foram grandes jogos, defesas que me ajudaram a chegar a essa reta final com chance de ir à Copa. Quando vem a pré-convocação você começa a sonhar de outra maneira, vê uma chance real. A última semana, depois de bons jogos, criei expectativa. Vida de goleiro não é fácil, tem que estar todos os dias trabalhando e repetindo as mesmas coisas. Estou muito feliz, tudo se alinhou a meu favor”, afirma Weverton.

 

Aos 38 anos, Weverton superou “rivais” mais jovens e ganhou a preferência pela experiência, segundo Carlo Ancelotti. 

Ele se vê útil de muitas maneiras para a seleção.

“Existem várias maneiras de você ser útil. Copa é um campeonato curto, rápido e que nem todo mundo vai jogar. Todo mundo é importante. Você pode não jogar, mas quando você treina no seu melhor nível você ajuda quem vai jogar. Eu, treinando bem, posso motivar os batedores para conseguirem o gol, eles vão treinar no mais alto nível. 

No vestiário, posso ajudar alguém que está de cabeça baixa, erguer a moral. Esse é o papel de quem é mais experiente. Já joguei uma Copa e sei. Vivi um clima quando fomos eliminados que eu nunca mais quero viver, carrego isso comigo”, diz o goleiro. 

*com informações uol/folhapress



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