
Lucas Paquetá não joga as oitavas de final contra a Noruega
A CBF divulgou um comunicado na última terça-feira (30) confirmando uma lesão muscular na região posterior da coxa esquerda de Lucas Paquetá. O meio-campista foi substituído no intervalo da partida contra o Japão, pelos 16 avos de final, após sentir um desconforto na região. Com a contusão confirmada, Paquetá vai desfalcar a seleção brasileira no confronto contra a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Os comentaristas do iG discutiram as possíveis soluções para o desfalque e os nomes ideais para a substituição. Entre as opções debatidas, a entrada de um volante para reforçar o meio-campo ou de um atacante para dar mais poder ofensivo à Seleção aparecem como as alternativas mais prováveis para Carlo Ancelotti.
Matheus Cunha de 10
Uma das soluções já foi testada no próprio jogo contra o Japão. Quando Paquetá deixou o campo no intervalo, Ancelotti optou por não colocar um meia em seu lugar. Endrick entrou na posição de centroavante e Matheus Cunha recuou para atuar como camisa 10 durante a segunda etapa.

Matheus Cunha jogando pelo Brasil
Cunha já tem histórico jogando na posição tanto pelo Manchester United quanto pela seleção brasileira, o que pode pesar na decisão de Ancelotti para o confronto decisivo de domingo.
Três volantes
Outra possibilidade é Ancelotti optar por um meio-campo mais robusto, colocando três volantes para dar mais consistência diante de uma Noruega que tem Haaland e Odegaard como referências. A ideia seria povoar o meio-campo para neutralizar o camisa 10 do Arsenal, que vem se destacando na Copa com pela habilidade de sair da marcação e a de encontrar passes decisivos.

Seleção Brasileira – Danilo, Endrick e Rayan
Danilo Santos aparece como opção imediata, já que entrou bem nas partidas em que foi utilizado sob o comando do treinador italiano. Ederson, convocado após a lesão do lateral Wesley, também entra na disputa pela vaga.
Gabriel Martinelli improvisado
A terceira opção passa por Gabriel Martinelli improvisado no meio-campo, solução que já foi testada no confronto contra o Japão. O atacante entrou no lugar de Matheus Cunha como camisa 10 e marcou o gol que classificou o Brasil.

Gabriel Martinelli fez o gol da virada do Brasil contra o Japão
Ponta de origem pelo Arsenal, Martinelli teria liberdade para pisar na área e finalizar as jogadas, característica que se assemelha ao estilo de jogo do próprio Paquetá.
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