
Cucurella cumpriu a promessa de tatuar o rosto de De la Fuente caso fosse campeão da Copa
Marc Cucurella cumpriu a promessa que fez durante a Copa do Mundo e tatuou o rosto do técnico Luis de la Fuente no braço nesta terça-feira (28). O lateral-esquerdo da Espanha havia dito publicamente que faria a tatuagem caso a seleção fosse campeã.
A publicação com o resultado e o processo da tatuagem viralizou nas redes sociais em minutos. Em menos de 20 minutos, o post já tinha ultrapassado 120 mil curtidas. Cucurella escolheu colocar o rosto do treinador segurando a taça na parte de trás do braço, em meio a outras tatuagens já existentes, e escreveu apenas “promessa cumprida” na legenda.
A promessa havia sido feita em 12 de junho, durante o programa espanhol El Partidazo de Cope. “Se ganharmos a Copa do Mundo farei uma tatuagem do rosto de Luís de la Fuente. Pequena, mas acho que é uma boa lembrança“, disse o jogador na época. A Espanha venceu a Argentina na final por 1 a 0 na prorrogação, conquistando o bicampeonato mundial.
De campeão do mundo ao Real Madrid
Cucurella chegou à Copa do Mundo ainda como jogador do Chelsea e saiu dela como reforço do Real Madrid. A contratação foi anunciada durante o torneio, com o clube merengue pagando 55 milhões de euros (R$ 300 milhões) ao clube inglês pelo lateral-esquerdo, com um contrato de seis temporadas. A negociação foi encaminhada por Mourinho, que fez de Cucurella uma das suas primeiras pedidas para reformular o elenco para a temporada 2026/27.
Na Copa, o lateral foi um dos destaques da Espanha ao longo da campanha, com atuações sólidas na defesa e participações no ataque. Cucurella ainda esteve no centro de uma das polêmicas da final, quando teve uma discussão com Messi durante a partida que viralizou nas redes sociais.
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O cabelo de Cucurella roubou a cena durante a Copa
O cabelo que virou símbolo
Os cachos de Cucurella viraram um dos personagens da Copa do Mundo de 2026. O visual do lateral ganhou vida própria nas redes sociais, com um meme de um gato usando uma peruca cacheada. A brincadeira chegou ao ponto de o Google criar uma animação especial do gato com os cachos do jogador para quem pesquisasse o nome do lateral durante o torneio.
Mas a história por trás do cabelo vai além da brincadeira. Cucurella começou a deixar os cachos crescerem ainda nas categorias de base do Espanyol, para que sua mãe conseguisse identificá-lo nas partidas. Com o tempo, o hábito ganhou outro significado. Seu filho mais velho, Mateo, de 7 anos, é autista e não verbal. O lateral mantém os cachos soltos para que o menino consiga reconhecê-lo em campo. “Deixo meu cabelo crescer porque ele gosta. E também porque, se um dia ele me esquecer, talvez ainda consiga me reconhecer por causa dele“, disse Cucurella em entrevista ao jornal El País durante a Copa.
