
Vini Jr. recusa nova oferta milionária e desafia Real Madrid
Em mais um capítulo da novela pela renovação contratual, o atacante Vini Jr. recusou a mais recente proposta enviada pelo Real Madrid, avaliada em 22 milhões de euros por ano (cerca de R$ 130 milhões na atual cotação). De acordo com a imprensa espanhola, a oferta do clube merengue foi enviada há duas semanas, após a Copa do Mundo, e rejeitada nas últimas horas pelo brasileiro.
Impasse crucial

Vini Jr. tem futuro indefinido no Real Madrid
Os veículos espanhóis bancam a informação de que Vini Jr. só estaria disposto a estender o seu contrato com o Real Madrid, que se encerra em junho de 2027, caso receba uma proposta que atenda a sua pedida de 30 milhões de euros (aproximadamente R$ 176 milhões).
Além disso, o camisa 7 estaria exigindo um bônus de fidelidade de € 15 milhões (aproximadamente R$ 87 milhões), que seria pago caso Vini Jr. cumpra integralmente seu próximo contrato com o clube merengue. O jogador também busca uma porcentagem maior sobre seus direitos de imagem, assim como a acordada entre o clube e o atacante Kylian Mbappé, em uma rara exceção concedida pelo Real a um atleta.
Visando alcançar o acordo definitivo, uma nova e decisiva rodada das negociações aconteceu na manhã desta quarta-feira (5), nas instalações do Real Madrid, em Valdebebas, entre o estafe de Vini Jr. e a diretoria merengue.
Não havendo uma resolução positiva, é esperado que o Arsenal faça uma movimentação oficial pelo brasileiro ex-Flamengo, em uma proposta estimada em €150 milhões (R$ R$ 888,6 milhões aproximadamente).
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Um movimento inédito no mercado
Caso realmente troque a equipe merengue pelos Gunners, Vini Jr. estará se juntando a um dos clubes mais fortes do futebol no momento.
Sob o comando do treinador espanhol Mikel Arteta, os ingleses venceram a última edição da Premier League e foram vice-campeões da UEFA Champions League, perdendo a final nos pênaltis para o PSG.
Além da chegada do atacante carioca em um dos melhores times do planeta, o movimento quebra um padrão histórico do mercado de transferências, que sempre viu estrelas que atuam na Inglaterra reforçarem Real Madrid e Barcelona. O contrário, no entanto, nunca aconteceu.
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