Andreas, do Palmeiras, lamenta suspensão na Libertadores: “Injusto comigo”

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Andreas Pereira em ação com a camisa do Palmeiras diante do Santos
Foto: Cesar Greco / Palmeiras

Andreas Pereira em ação com a camisa do Palmeiras diante do Santos

Andreas Pereira viveu sentimentos opostos após a vitória do Palmeiras por 3 a 0 sobre o Santos, na quarta-feira (26), pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Afinal, o meia encerrou um jejum de quase três meses sem marcar, mas deixou o campo com uma preocupação para a sequência da Libertadores.

Nesta semana, a Conmebol confirmou a suspensão do jogador por dois jogos na competição continental. O meio-campista recebeu cartão vermelho contra o Cerro Porteño e já cumpriu a suspensão automática na partida de volta, em Assunção.

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“Não sei se posso falar muito para vocês, mas claro que fico chateado, pois sou um jogador que nunca fui expulso por agressão, não é do meu estilo de jogo. Gostaria muito de ajudar minha equipe, acho que foi muito injusto comigo no cartão e na suspensão. Vou deixar nas mãos dos advogados do Palmeiras, do diretor e tomara que eles consigam fazer algo para o próximo jogo”, disse.

A entidade, porém, aumentou a punição para dois jogos por considerar que Andreas agrediu Jorge Morel no lance que provocou a expulsão. O meia tentou se livrar da marcação com um tapa, ação que a Conmebol considerou intencional.

Multa além da suspensão

Com a decisão, Andreas não poderá atuar no primeiro jogo das quartas de final da Libertadores, contra a LDU. Além da suspensão, o jogador recebeu uma multa de US$ 4 mil, cerca de R$ 20 mil. O Palmeiras terá o valor descontado das receitas referentes aos direitos de transmissão.

A decisão da Conmebol não permite recurso. Após a expulsão, o Palmeiras enviou um representante à sede da entidade para tentar reverter a punição.

Primeiro, o clube buscou a anulação do cartão vermelho, mas não conseguiu. Depois, a diretoria tentou contestar a interpretação de que Andreas cometeu uma agressão, conforme registrou o árbitro Gustavo Tejera na súmula. A Conmebol também rejeitou esse pedido.

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