Presidente do Corinthians analisa dívidas e explica reunião com a SAFiel

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Osmar Stabile, atual presidente do Corinthians
Foto: Reprodução TV Corinthians

Osmar Stabile, atual presidente do Corinthians

O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, falou sobre a situação financeira do clube, nesta sexta-feira (28), e também explicou as reuniões com a SAFiel. Assim, o dirigente abordou as dívidas alvinegras e afirmou que recebeu uma verdadeira “herança” das administrações anteriores.

“Tivemos mais de 20 anos que mais se gastava do que arrecadava, é verdade, o Corinthians teve um crescimento de dívida”, revelou, em entrevista exclusiva à ESPN.

“Eu recebi essa herança, eu sabia, mas alguém tinha que pegar. Eu estou aqui, estou enfrentando, e sei que não consigo resolver de um dia para o outro. Não temos varinha de condão para resolver, mas temos um planejamento de 5 anos para a gente fazer com que o Corinthians volte a, não só ser tão grande, mas a parte financeira. Temos que resolver a questão financeira. Estou aberto dia e noite”, completou.

Reunião com a SAFiel

O dirigente também revelou que se reuniu com representantes da SAFiel. Dessa forma, o projeto prevê a quitação das dívidas do Corinthians e busca promover a profissionalização do futebol do clube. A proposta está entre as alternativas discutidas para melhorar a saúde financeira da instituição.

Além disso, o mandatário destacou os desafios que a atual gestão enfrenta para reorganizar as contas do Timão. De acordo com Stabile, a diretoria precisa lidar com o passivo deixado por administrações anteriores enquanto busca soluções para garantir maior estabilidade financeira ao clube.

“A SAFiel oficialmente pediu uma reunião, oficialmente, não pela imprensa e passou o documento. Não tem problema nenhum, marquei a reunião. Ficamos 4 horas em reunião, entendemos a maneira… colocamos nossas dúvidas para eles, eles levaram algumas perguntas de imediato… estamos mandando outras centenas de perguntas, porque não é simples, chegar aqui e falar assim: ‘Olha, eu consigo resolver’. Não”, disse.

“O que conseguimos ter é responsabilidade que chegar na mídia, colocar o público contra uma gestão é fácil. Falar que tem dinheiro é fácil. Demonstra se tem ou não. Se não tem, é só vir aqui, a gente abraça e chora junto. O que a gente precisa é que o cara chegue aqui com recurso. Eu não quero saber se o documento é vinculante ou não. Traz o documento e eu assino”, concluiu.

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