
Danilo teve mais uma atuação abaixo do aceitável
Mais uma humilhação para a conta. Em crise e há quase duas semanas ainda sem treinador, o Botafogo não fugiu às expectativas e perdeu para o inominável por 3 a 0, neste domingo (30), no anfiteatro, pela rodada 25 desta edição do Campeonato Brasileiro. A equipe trafega ladeira abaixo e rumo à zona de rebaixamento. Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros em mais uma jornada de insucesso.
AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO
BATISTA – Apenas uma defesa nos 45 minutos iniciais. Sem culpa nos gols. Mérito dos atacantes do inominável. Salvou o Mais Tradicional na etapa final – NOTA: 6,5
VITINHO – Pouco ativo ofensivamente. Quando subiu, atirou diversas bolas no vazio e desperdiçou passes curtos. Erra tudo. Na defesa, razoável. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Villaba – NOTA: 4,5
FERRARESI – Complicou-se algumas vezes. Mas bloqueou bem chutes e cruzamentos dos adversários em momentos de risco para o Mais Tradicional. Cresceu no clássico – NOTA: 6,5
JUSTINO – Ficou a ver navios e levou uma bola feia nas costas no primeiro gol dos caras. Imperdoável. Depois do jogo contra o Cruzeiro, não vem jogando nada – NOTA: 1,0
MARÇAL – Começou como zagueiro e, depois, virou lateral, onde, demonstrou segurança. Cruzou melhor do que Vitinho. Porém, concedeu alguns espaços na cozinha – NOTA: 5,5
TELLES – Pouco tempo em campo. Suficiente, no entanto, para o inominável criar muito pelo lado esquerdo da defesa alvinegra. No início do primeiro tempo, lesionado, cedeu a vaga a Monzón – NOTA: 5,0
HUGUINHO – A despeito da dificuldade para marcar o meio de campo do rival da Lagoa, correu o campo inteiro e protegeu bem a bola quando ela caiu em seus pés – NOTA: 5,5
EDENILSON – Incapaz de trocar passes e duelar. Atacou pouco o espaço e apareceu na frente com pouca efetividade. Bellão o deixou completamente perdido em seu esquema tático. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Medina – NOTA: 3,5
DANILO – Marca pouco e quase não municia o ataque. Chutou torto quando teve uma oportunidade. Bisonho. Segue muito mal. Está precisando pegar um banco. Ridículo! Bellão precisa ter peito para barrá-lo – NOTA: ZERO
MONTORO – Adiantado, às vezes, como quase um segundo atacante, o Monstrinho começou o clássico infernizando a defesa rubro-negra, mesmo que sozinho. Faltou, contudo, pressionar um pouco melhor a saída de bola do oponente. Depois, entretanto, caiu de produção e foi desarmado com facilidade. Saiu, durante o descanso, para a entrada de Pereira – NOTA: 5,5
CABRAL – O Mamute voltou a jogar bem e, enfim, incomodou a defesa adversária. Marcou um gol anulado por uma arbitragem suspeita. Decerto que, do outro lado, o lance seria validado. Em outro momento, assustou Rossi com uma cabeçada. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Júnior Santos – NOTA: 6,0
MONZÓN – Rechaçou alguns ataques do time de vermelho e preto. O problema é que a defesa do Botafogo está uma draga desde o início do campeonato – NOTA: 5,5
MEDINA – A bola quase não passou por seus pés. Burocrático. Limita-se a passar para o lado – NOTA: 2,5
PEREIRA – Atrapalhou-se, sozinho, diante de Rossi, em um ataque promissor do Glorioso. Em outro, chutou fraco para a defesa do goleiro rival – NOTA: 4,0
VILLALBA – Recebeu algumas bolas em profundidade, mas, obviamente, não arrumou nada – NOTA: 1,0
JÚNIOR SANTOS – Tentou algumas firulas e inversões de jogo. Contudo, sem sucesso – NOTA: 3,5
TÉCNICO: RODRIGO BELLÃO – O esquema 5-4-1, que variava para 5-3-2, naufragou logo aos 12 minutos. O meio marcou mal e a defesa foi um “Deus nos acuda”. Retaguarda muito frágil e cedendo espaços em demasia para um ataque qualificado. Tímida melhora na etapa final, porém, sem chances reais de gol – NOTA: 1,5

