Atuações do Botafogo contra o Bragantino: mais um jogo angustiante

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Botafogo peca no ataque. Até Montoro vai mal
Foto: Vítor Silva/Botafogo

Botafogo peca no ataque. Até Montoro vai mal

O Botafogo reforçou a condição de um dos piores mandantes do Campeonato Brasileiro e conseguiu empatar com o Bragantino por 1 a 1, jogando com um a mais durante mais de um tempo. A bola rolou pela rodada 27 do Campeonato Brasileiro, no Estádio Nilton Santos, onde o time alvinegro torturou mais uma vez o seu torcedor. Veja, então, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos futebolistas do Mais Tradicional.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

BATISTA – Enfim, o Botafogo tem um goleiro. Após oito meses, o clube solucionou o problema. Com defesas providenciais, salvou mais um ponto para o Glorioso na luta contra o rebaixamento. Obviamente, sem culpa no gol dos paulistas. O desvio de Monzón o matou – NOTA: 7,5

VITINHO – Usou a cabeça para empatar o jogo, com muito oportunismo. Finalmente, teve mais efetividade no ataque. Na defesa, manteve o nível, realizando boas interceptações. Saiu, perto do fim, para a entrada de Ponte – NOTA: 7,0

MONZÓN – Até teve uma boa apresentação, apresentando segurança nos duelos diretos contra os atacantes do Massa Bruta. Porém, anotou um gol contra, algo que compromete um pouco a avaliação – NOTA: 5,5

FERRARESI – Diante da inércia criativa do Botafogo, tentou armar o time. Sempre adiantado, algo que representa um perigo, especialmente em contra-ataques do adversário – NOTA: 5,0

TELLES – Centro na medida para Vitinho empatar o score. Jogou com muita inteligência. O problema é que cansa no segundo tempo. Saiu, assim, para a entrada de Paulinho – NOTA: 6,0

HUGUINHO – Inexplicável a sua tentação por chutar de longe e mandar a bola na arquibancada. Está sempre torto na hora dos arremates. Flertou com perigo ao errar passes. Superestimado demais – NOTA: 4,0

DANILO – Pela enésima vez, abaixo do ideal. Lento e burocrático, não agrega em nada na dinâmica do meio de campo, seja na marcação ou na armação. Cada dia mais difícil defendê-lo – NOTA: 3,5

MONTORO – O mesmo roteiro de sempre. Nos primeiros 15 minutos, o Monstrinho distribui o jogo e consegue bons passes. Depois, vê que não tem com quem jogar e cai de produção. Teve a carteira batida no gol do Bragantino – NOTA: 4,5

VILLALBA – Não tem nenhuma intimidade com a bola. Sendo assim, errou tudo o que tentou. Não consegue nem oscilar durante as partidas. Saiu, assim, para a entrada de Kadir – NOTA: 1,0

JÚNIOR SANTOS – Correu, correu e não arrumou nada. Não conseguiu ir para dentro e ainda furou uma finalização – NOTA: 1,5

PEREIRA – Muito mal ao definir as jogadas. Todo desengonçado. Deixou o campo, no segundo tempo, para a entrada de Toledo – NOTA: 1,0

KADIR – Péssimo. Pela segunda vez, fez de tudo para ser expulso. Inaceitável. No ataque, desperdiçou todas as bolas que pararam nos seus pés. O tempo deu razão ao técnico do Panamá por não chamá-lo para a Copa do Mundo – NOTA: ZERO

PAULINHO – Entrou sem a precisão da última vez. Rifou alguns centros para a área – NOTA: 4,0

TOLEDO – Alguma vontade de fazer algo diferente, mas lhe falta técnica – NOTA: 4,5

TIQUINHO – Isolado e sem ritmo de jogo. Mais um coadjuvante – NOTA: 4,5

TÉCNICO: RODRIGO BELLÃO – O técnico alvinegro não conseguiu arrumar o time. O Botafogo segue com um ataque inoperante e não assusta ninguém como mandante. Mesmo com 11 contra 10, permitiu que um limitado Bragantino criasse chances perigosas – NOTA: 3,0



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