
Paulo Andrade, atração no Charla Podcast
Um dos principais narradores da atualidade, Paulo Andrade foi participou na última quinta-feira (24) do Charla Podcast, programa que conta com o patrocínio da Melitta. Com apresentação dos jornalistas Bruno Cantarelli e Beto Júnior, o narrador comentou sobre a experiência de narrar a Copa do Mundo na Globo e dos seus objetivos na maior emissora do país.
Com narrações memoráveis, Paulo Andrade foi o responsável por comandar transmissões do mundial na Globo e fez questão de comentar sobre essa experiência: “Foi algo absurdo, porque é aquilo que eu quero na minha carreira. Eu tenho vinte e poucos anos de narração e a gente passa por vários desafios. Particularmente, adoro esses momentos e procuro dar o máximo em cada jogo, narração e principalmente nesses grandes eventos”, destacou.
Paulo Andrade e as diferenças entre TVs fechadas e abertas
De acordo com o jornalista, existe grandes diferenças na forma de comunicação em canais abertos e fechados. E para fazer sucesso nessas transmissões da Globo, Paulo Andrade disse que outros profissionais deram a ele orientações.
“Quando você vai para a televisão aberta o recado é outro, porque vai falar com outro público, que em algumas situações é a dona de casa que deseja ver só a Copa do Mundo. Tive orientações, pois precisamos levar a informação para quem não está habituado ao esporte, mas ao mesmo tempo não posso renunciar ao meu estilo que sempre fez parte e foi primordial na minha trajetória”, disse o narrador, que ainda ressaltou sobre essa situação:
“Na TV aberta, a forma de passar a informação é diferente e nessa Copa fui o narrador com mais jogos no grupo. Sabia que a primeira fase seria do Brasil e a segunda totalmente nos Estados Unidos pelo grupo do SporTV e precisava virar essa chave logo. O resultado foi positivo e fiquei muito feliz, porque sou chato demais e meu nível de cobrança é alto”, concluiu.
Objetivos
Sobre os objetivos na carreira, o convidado foi claro e afirmou que trabalhar na Globo é o seu grande sonho profissional.
“Não quero deixar o SporTV e o Premiere, mas meu objetivo é botar o pé na TV aberta. Esse é o meu grande sonho profissional, algo que eu sempre busquei e posso cravar, que essa cobertura na Copa foi o maior desafio da minha carreira”.
