
Raphinha converte, de pênalti, o segundo do Brasil na vitória de 4 a 2 sobre a Austrália
Carlo Ancelotti, compatriota de Andrea Bocelli, Laura Pausini, Eros Ramazotti e Luciano Pavarotti, conseguiu, enfim, implementar a máxima Tiririca (“pior do que está não fica”) na Seleção Brasileira.
Perto do medonho 1 a 1 de sexta (25), o Brasil, especialmente na primeira metade do primeiro tempo e nos dois terços finais da segunda etapa, melhorou. E, uhu, nesta terça (30), venceu o supimpa esquadrão australiano por 4 a 2.
Não precisa ser um gênio (à vera, basta não ser um completo idiota) para entender que não dá para jogar com dois no meio-campo. Mudou o esquema, melhorou: eureca!
Como, na Copa do Mundo de 2026, Ancelotti catapultou o Brasil para o lazarento ano de 1990, quando também fomos chutados do Mundial nas oitavas de final, dá, sem convicção, é verdade, para invocar, novamente, o palhaço intérprete de “Florentina de Jesus” e acreditar que, novo ciclo, “pior do que está não fica”.
Logo na primeira bola, o lateral direito Vanderson, que não chega a ser o novo Carlos Alberto (nem o Leandro, nem o Djalma Santos), abriu o placar. Era um sinal que teríamos lampejos de algo próximo a um time de futebol e, pois, que golearíamos a Austrália!
Rá! Pegadinha do Mallandro!!!
Em cinco minutos (aos 27 e aos 32 minutos), contando com falha clara do debutante goleiro Otávio no primeiro gol, a Austrália virou. No finalzinho da primeira etapa, em pênalti claro, Raphinha (que, agradeçamos de joelho, abriu mão de curtir Las Ramblas para defender o Brasil) encerrou a sua participação no jogo igualando de pênalti. Não voltou para o segundo tempo porque “sentiu um leve desconforto” na coxa.
Ié-ié, glu-glu!
No segundo tempo, se não veio o saudoso “futebol brasileiro”, nada nem perto disso, veio a virada. Graças a melhora de Vinícius Jr, que fez um péssimo primeiro tempo. O craque do Real Madrid deu o 3 a 2 para Bruno Guimarães e sofreu e converteu o pênalti que resultou no 4 a 2.
Como já estava claro no 1 a 1 da Seleção Brasileira com a mesma Austrália da última sexta (25), o futebol brasileiro acabou muito antes da proibição das bets ! Então, comemoremos a virada sobre a Austrália que é o que tem para hoje.
Vontade de ver futebol de verdade, minha filha?
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Vitão Raiz
Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É tudo nosso! É nóis aqui no iG com a coluna Vitão Raiz!
