
Clarence Seedorf é o novo treinador do Corinthians
A piaba no Derby foi a oitava derrota corinthiana consecutiva no Campeonato Brasileiro….
O holandês Clarence Seedorf (que não é treinador há 7 anos e que tem um cartel patético de mais derrotas do que vitórias na função em sua fraquíssima carreira) tem a missão de não repetir Nelsinho Baptista, que é o treinador que foi rebaixado no comando do Corinthians, no Brasileirão 2007.
“Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. São Jorge, Rogai por Nós.”
Sem cascata de planejamento, futuro e blá-blá-blá. O Corinthians não sabe se vai pagar a próxima conta de luz, nem se vai ter intervenção, se vai ter reforma no estatuto, não sabe de nada. Então, o bagulho é claro: não cair e saravá, São Jorge, que ele vai nos ajudar…
Para isso, Seedorf foi a melhor opção? Claro que não! Foi uma decisão, mais uma, insana do remunerado Marcelo Paz e da patética diretoria de Osmar Stabilie. Apesar de patética escolha, não tiro a esperança da Fiel por reconhecer que para piorar após o bizarro Ferando Diniz só se ressuscitassem Afrânio Riul. Ou tentassem, mais uma vez, Tiago Nunes.
E Seedorf, reconheçamos o óbvio, fala português muito melhor que Memphis. Vai bastar para salvar o time?
Como jogador, Seedorf foi gigante. Cracaço da seleção holandesa e de muitos clubes enormes. No Botafogo, jogou bem já no ocaso.
.Como treinador, no entanto, o que chama mais atenção é que Seedorf é compatriota de Memphis Depay. E mais nada. Vale lembrar que Memphis não gosta da família Diaz e, por mais bizarro que seja, o camisa 10 estava feliz com o patético dinizismo.
Ainda que o Corinthians não seja a Holanda 1974, Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Bidu; Raniele, André, Bidon e Garro; Memphis e Yuri Alberto, se o treinador optar por um 4-4-2 sem palhaçada, é um time muuuuuito melhor que a formação rebaixada no Olímpico, em 2 de dezembro de 2007.
Não é com o prazer que relembro, mas é o caso de um viva a memória: Felipe, Fábio Ferreira, Zelão e Betão; Moradei, Bruno Octávio (Arce), Carlos Alberto, Vampeta (Héverton) e Éverton Ribeiro (Aílton); Lulinha e Clodoaldo Eto´o. Ruim? Até hoje tem corinthiano que lamenta a suspensão de Finazzi na tragédia do saudoso estádio Olímpico.
Com o que Seedorf terá nas oito rodadas finais, dá para não cair. Insisto: não é um time para ser tricampeão mundial, mas é um elenco melhor que metade dos clubes do Brasileiro e é preciso ficar na frente de apenas quatro para não cair.
Com 32 pontos, o Corinthians precisa conquistar 13 nos próximos 24 em disputa para chegar nos bentidos 45 pontos. Não será teta, não! O resto é circo e palavras ao vento.
Eis as 8 finais de Seedorf
Corinthians x Vitória
Vasco x Corinthians
Corinthians x Mirassol
São Paulo x Corinthians
Corinthians x Botafogo
Atlético-MG x Corinthians
Corinthians x Grêmio
Remo x Corinthians
Saravá, São Jorge!
Nossa Senhora, rogai por nós!
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Vitão Raiz
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