Santos derruba três transfer bans, mas segue com quatro punições

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Dívida por Rollheiser está entre as pagas pelo Santos nesta terça
– Foto: Raul Baretta/ Santos FC

Dívida por Rollheiser está entre as pagas pelo Santos nesta terça

O Santos pagou as dívidas que resultaram em três transfer bans impostos pela Fifa nesta terça-feira (13). O Peixe devia aproximadamente R$ 946 mil por débitos referentes ao mecanismo de solidariedade.

As dívidas contraídas pelo clube envolviam as negociações do zagueiro João Basso, do meia Benjamín Rollheiser e do atacante Álvaro Barreal. Em dois casos, a pendência era de 120 mil euros (R$ 671 mil), enquanto no outro o Peixe precisava pagar 55 mil euros (R$ 275 mil).

Entretanto, o Santos ainda tem outras dívidas que resultaram em transfer bans. No total, são quatro transfer bans, todos eles envolvendo o técnico Pedro Caixinha e seus três auxiliares: José Pratas, Pedro Malta e José Belman.

Os valores superam R$ 15 milhões. Somente com o ex-treinador, o montante ultrapassa R$ 10,7 milhões, além de juros, que aumentam o valor.

Santos tem outras dívidas

Aliás, o Santos pode sofrer uma nova punição pela contratação do atacante Yusupha Njie. A Corte Arbitral do Esporte (CAS) já referendou a decisão da Fifa, com o Peixe devendo cerca de R$ 2,2 milhões junto ao Al-Markhiya, do Catar.

O atacante de Gâmbia chegou ao Santos no segundo semestre de 2024 e ficou apenas quatro meses, sem ter atuado nem uma vez sequer. O Al-Markhiya cobrava 350 mil euros (cerca de R$ 1,9 milhão) pelo empréstimo de Njie, que havia sido cedido até junho de 2025, mas o contrato foi rescindido em dezembro de 2024, o que gerou mais 50 mil euros de débito pela quebra do vínculo. O clube brasileiro admitiu a dívida e alegou dificuldades financeiras para honrar o acordo.

O Alvinegro Praiano também responde a duas cobranças na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), ligada à CBF. O Cruzeiro exige cerca de R$ 1 milhão pela compra definitiva do zagueiro Zé Ivaldo. Já o Cuiabá cobra cerca de R$ 19 milhões pela negociação do defensor Joaquim e pelo repasse de valores ligados à venda do jogador.



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