Alissonsexuais histéricos são os grandes vencedores da Data Fifa!

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Alisson Becker sorri antes de fracassar na Copa do Mundo 2026, sua terceira Copa, o terceiro Mundial em que não fez a menor diferença e, mesmo assim, segue em alta com o fã-clube travestido de crítica Fifa/Divulgação/Reprodução

Já que está rolando Super Data Fifa, não está rolando nada de importante no futebol e, pois, temos muito tempo, constatemos, antes de mais nada, o fato que há dois tipos de machos na Histéricolândia verde-amarela: os bozossexuais e os alissonsexuais!

Outro esclarecimento: quando falamos de machos, que fique claro, tratamos de sexo biológico, não de orientação! Não sejamos preconceituosos: há bozossexuais e  alissonsexuais de todas as orientações!

Alguém dirá: “esqueceu dos neysexuais, Vitão”? Não, dado a reincidência de chiliques barulhentos, eles jamais serão esquecidos. Mas, como os neysexuais também são (salvo raríssimas exceções) bozosexuais, consideremos, neste texto intitulado ALISSONSEXUAIS HISTÉRICOS SÃO OS GRANDES VENCEDORES DA DATA FIFA, apenas os dois grupos supracitados.

Ou melhor, ignoremos os bozosexuais tratemos apenas dos alissonsexuais, já que, ainda que discorde completamente, eles, ao contrário da turma que faz arminha com a mão, merecem todo o meu respeito e toda a minha consideração.

Feito as longas ressalvas e observações, maiores que a autoestima que a de um redpill calvo que enxerga defeito na bunda da Paolla Oliveira, sigamos, com muito orgulho, com muito amor, falando da Seleção Brasileira

Pouco importa o que aconteça neste sábado (3), em Calcutá, no amistoso Índia x Brasil. A Seleção Brasileira goleando, que é o esperado, vencendo apertado, empatando ou perdendo, já temos o grupo de brasileiros vencedores da Super Data Fifa: os alissonsexuais!

Os viúvos do Alisson não estão satisfeitos com as três Copas do Mundo em que o goleiro não fez uma única defesa digna de nota nos mata-matas (não me venha com defesa contra o Japão com a classificação definida) e continuam fazendo lobby pelo goleiro do Liverpool.

A maior parcela da sociedade, que não faz parte do grupo dos alissonsexuais, tem dificuldade de acreditar no fanatismo cego, mas os fãs do goleiro do Liverpool não conhecem limite e estão em campanha aberta por uma quarta Copa do Mundo para Alisson. Nem Taffarel, que bancou Alisson nos três Mundiais, jogou quatro Copas. E olha que Taffarel foi campeão, em 1994, decidindo a Copa do Mundo nos pênaltis. E, também nas penalidades, levou o Brasil à final de 1998.

Os alissonsexuais não querem saber nem se preocupam em manter a postura em público. É o caso do meu afilhado:  Tecnólogo em Comércio Exterior e analista de sistemas, Marcelo Fulanetti Luz, 22 anos, pendurou as luvas no sub 20. Na condição de padrinho que acompanhou toda a sua carreira, sei que foi um baita goleiro na base.

E, com o currículo de ex-goleiro da Portuguesa, entre outros, e goleiro ainda em atividade em peladas na ZL, Marcelo mete a carteirade de especialista para infernizar o grupo da família. A cada gol que acontece no planeta bola, seja onde for, Marcelo manda um “ué, o problema não era o Alisson”?

O goleiro Marcelo Fulanetti Luz em ação no clássico dos imigrantes Juventus x Portuguesa, pelo Campeonato Paulista sub 15, em 2019Marcelo Fulanetti Luz/Arquivo Pessoal

Qualquer coisa, em qualquer jogo, está lá a notificação do Marcelo: “fala do Alisson agora, padrinho”! Seu pedido é uma ordem, Marcelo! Falo para você, meu afilhado malaço, e falo para todos vocês, alissonsexuais fanáticos.

Os microfonados, por furarem às respectivas bolhas familiares, são os mais histéricos e não engolem o fato, inconteste, que Alisson, nas três eliminações do Brasil em que esteve presente, não fez a menor diferença. Pior ainda: os heróis nas três eliminações em que Alisson participou foram sempre os goleiros rivais!

Nem vou falar do argentino Dibu Martínez (criticado por alissonsexuais, mas campeão do Mundo como protagonista e fazendo milagres na prorrogação e nas penalidades) para os alissonsexuais não perderem a linha.

Os alissonsexuais, meu afilhado Marcelo incluso, podem tirar a cueca pela cabeça de raiva, mas recordemos: em 2018, o belga Courtois fez milagres que Alisson jamais realizou com a camisa do Brasil; em 2012, o croata Livaković fez a diferença na disputa de pênaltis; em 2026, o norueguês Nyland garantiu o resultado e ainda entrou na cabeça (o que não chega a ser um feito) de Neymar após levar o gol de pênalti. Viva a memória!

Até por isso, ou melhor, por tudo isso, os alissonsexuais estavam quietinhos, sofrendo calados. Mas a maldita Super Data Fifa tiraram todos eles da toca e a histeria, característica comum a qualquer fã-clube, voltou com força.

Como Austrália e Índia, no futebol, não significam nada, 1 a 1 (aqui) com a Austrália é vergonha, 4 a 2 (aqui) é obrigação. Nesse cenário, o treinador Carlo Ancelotti e os seus convocados tinham duas possibilidades: ficarem na mesma ou decepcionarem e passarem vergonha.

A Austrália, que, no mundo paralelo da Fifa pertence a Ásia, é, ao menos no “seu continente”, relevante. A Índia (repito e sublinho, no futebol) não é absolutamente nada. É o mesmo que a minha ZL no críquete!

E o que ficou desses jogos com a Austrália? Ninguém jogou absolutamente nada. Ninguém, mas os histéricos alissonsexuais foram ao êxtase, ovularam e direcionaram os holofotes para o corinthiano Hugo Souza, o goleiro do empate 1 a 1, e para o cruzeirense Otávio, o arqueiro da vitória por 4 a 2. Ambos falharam nos amistosos. Falhas, óbvio, que não significaram nada e não eliminaram o Brasil de nenhuma Copa…

No caso de Hugo Souza, há também racismo. No futebol, o racismo é sublinhado com os goleiros desde Barbosa, “criminalizado” pelo Maracanazo, em 1950. E, em alguns casos, há muuuuito clubismo e anticorinthianismo doentio e fanático envolvidos.

Basta uma pesquisa rápida, dar um “Google”, para constatar que muitos dos que pesam das críticas ao goleiro corinthiano são os mesmos (viva a memória) que, em 2018, acharam um absurdo a convocação de Cássio…. Do Cássio! Alguns, sem vergonha na cara nem senso do ridículo, chegaram a afirmar, em texto, áudio e vídeo, que o ex-goleiro Vanderlei, à época no Santos, merecia ir à Copa da Rússia mais do que o Cássio! Viva a memória!

E as fêmeas? Em qualquer espécie, são mais inteligentes e se posicionam muito melhor. Não seria diferente na raça humana. Não é por acaso que meu voto para deputada estadual e para as duas vagas ao Senado serão dados em mulheres.

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