
Jhon Arias durante treinamento do Palmeiras
O Palmeiras encerrou na tarde desta terça-feira (11), na Academia de Futebol, a preparação para o confronto com o Cerro Porteño-PAR. As equipes se enfrentam nesta quarta-feira (12), às 19h (de Brasília), no Nubank Parque, pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. Após a atividade, o atacante Jhon Arias falou sobre o confronto e destacou a importância de construir uma vantagem no jogo de ida.
“A Libertadores é um dos nossos grandes objetivos da temporada e amanhã, diante do nosso torcedor, começaremos esse mata-mata das oitavas. O Cerro Porteño é um rival difícil, que nós conhecemos e enfrentamos na fase de grupos, mas chegamos preparados para buscar uma vantagem. É importante voltar a vencer aqui na nossa casa, um lugar em que somos muito fortes, e não tenho dúvidas de que amanhã o torcedor estará lá fazendo a sua parte”, disse.
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“É um pedido, um convite para que amanhã estejamos todos juntos no estádio, em prol do mesmo objetivo. Todos queremos ver o Palmeiras vencer, o Palmeiras ser campeão. Então amanhã precisamos de todo mundo, da energia de todos. Que torçam por nós porque faremos de tudo para sair com uma vitória amanhã”, completou.
Apoio às vítimas de terremoto na Colômbia
O colombiano Jhon Arias também comentou sobre o terremoto que atingiu seu país na segunda-feira (10). Natural de Chocó, uma das regiões mais afetadas pelo tremor, o atacante fretou um avião para levar profissionais da saúde e insumos médicos às áreas atingidas.
Além disso, o atleta mobilizou sua fundação e familiares para arrecadar doações. O grupo disponibilizou contas para receber os valores e direcionar a ajuda às vítimas do terremoto.
“Hoje a minha mensagem é clara, de solidariedade, de apoio à minha pátria, à Colômbia. Tem sido horas e dias difíceis, de muita angústia, de muito medo, de muito sofrimento”, salientou.
“Claramente que eu, na minha posição, tenho feito tudo o que está a meu alcance para estar presente mesmo à distância, com ações que demonstrem que meu coração está lá com eles porque são minha família, meu país, minha pátria. São acontecimentos naturais que pegam todo mundo de surpresa, mas também é uma oportunidade para nos unirmos como país, ressurgirmos de uma catástrofe que deixou muitas pessoas mortas ou que perderam tudo”, concluiu.
