Atuações do Botafogo contra o Atlético: coloca o Ed de centroavante, Tite!

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Super Ed vive fase artilheira Foto: Vítor Silva/Botafogo

Está em crise? Chama o Atlético Mineiro. Esta é uma regra que funciona ao longo de momentos de apertos do Botafogo. Nesta quarta-feira (4), no Estádio Nilton Santos, não foi diferente: 1 a 0 sobre o Galo B, pela rodada 34 do Campeonato Brasileiro, na reedição da final da Copa Libertadores de 2024. Faltam, agora, somente três pontos em 12 disputados para acabar este martírio que é a temporada 2026. Veja, então, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos futebolistas alvinegros.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

BATISTA – Demonstrou a boa fase com duas defesas mais difíceis durante a primeira etapa. Seguro no momento em que o Mineiro passou a arriscar mais chutes. Bem no jogo aéreo – NOTA: 7,0

VITINHO – Acertou nas subidas ao ataque. Em uma delas, achou um passe preciso em Edenilson. Construiu a jogada do 1-0 com inteligência. Voltou a realizar uma boa exibição – NOTA: 7,0

JUSTINO – Centralizado, vibrou com cada corte. Incorporou o Odvan. Rebatia a bola que vinha sem pestanejar. Pelota sempre no mato – NOTA: 6,0

FERRARESI – Deixou o Botafogo em vantagem numérica, com a bola, ao se apresentar para a construção. Teve boa saída – NOTA: 6,5

MARÇAL – Ganhou divididas e se lançou ao ataque para ajudar na armação. Já tomou gosto pela posição. Há mais de um ano que se consolidou como beque. A sobriedade em pessoa – NOTA: 6,5

PAULINHO – Lembrou Telles. Poucas ultrapassagens nos 45 minutos iniciais. Só que sem a bola parada do concorrente e muito mais discreto na armação. Protegeu mal o corredor. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Toledo – NOTA: 3,5

HUGUINHO – De volta à posição de “5”, mordeu, rodopiou e cometeu as faltas táticas na ocasião certa – NOTA: 6,0

EDENILSON – Colocou a capa de super herói, infiltrou-se na área e voltou a balançar redes pelo Botafogo. Saiu da marcação adversária com cacoete de centroavante. Cada dia mais decisivo. Deu muito trabalho à defesa carijó. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Telles – NOTA: 7,5

MEDINA – Melhorou na comparação com os últimos cotejos. Acelerou o jogo quando a bola caiu em seus pés e participou de boas tramas. Um pouco, porém, afoito no “perde-pressiona”. No segundo tempo, cedeu a vaga a Domingos – NOTA: 6,0

PEREIRA – Não conseguiu definir quando a pelota sobrou na pequena área e ficou mais estático em relação a Tiquinho. A bola é um detalhe que o atrapalha. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Martins – NOTA: 3,0

TIQUINHO – Se, muitas vezes, o físico não ajuda, não desaprendeu a jogar. Lembrou o Tico prime. Esbanjou qualidade; Presença de área massiva e confiança na inversão de jogo. O travessão de Everson está balançando até agora com a bomba que disparou. Merecia melhor sorte. Deixou o campo, na etapa final, para a entrada de Cabral – NOTA: 8,0

TELLES – Ganhou um descanso no primeiro tempo. Ao ser acionado por Tite, fez um jogo bem burocrático – NOTA: 5,5

MARTINS – Entrou com tudo, puxando um contra-ataque promissor. Mas falhou no acabamentodo último passe e consagrou Everson ao ficar cara a cara com o keeper atleticano. Depois, no entanto, fez tudo certo e acertou a trave – NOTA: 6,0

TOLEDO – Novamente, entrou com muito gás, avançando em velocidade e gerando ocasiões para o Botafogo. Vai se consolidando como uma boa opção de segundo tempo – NOTA: 6,5

CABRAL – Correu, correu e não encontrou a bola. Pouco para um centroavante – NOTA: 5,0

DOMINGOS – Passou batido nos botes. Segue ainda abaixo na rotação do meio de campo – NOTA: 5,0

TÉCNICO: TITE – Surpreendeu ao barrar, de uma só vez, Telles, Montoro e Ziyech, três referências técnicas do elenco alvinegro. Mas fazia sentido. O trio não vinha apresentando nada. Apesar de sair na frente e apresentar mais vontade de competir, o Botafogo ainda sofre pela falta de criatividade – NOTA: 6,0

 



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