Barboza esclarece fala após vitória do Palmeiras: “Não fiquem bravos”

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Barboza em ação com a camisa do Palmeiras diante da LDU
Foto: Cesar Greco / Palmeiras

Barboza em ação com a camisa do Palmeiras diante da LDU

Após a vitória do Palmeiras por 1 a 0 sobre a LDU, do Equador, pela ida das quartas de final da Libertadores, o zagueiro Alexander Barboza usou as redes sociais para esclarecer uma declaração feita na zona mista do Nubank Parque.

Titular no confronto da última quarta-feira (9), o argentino recebeu perguntas sobre o sistema com três zagueiros adotado por Abel Ferreira. Ao responder, o defensor apresentou sua opinião sobre a formação, mas afirmou que não cabia a ele decidir se a torcida aprovava ou não a estratégia utilizada pela equipe.

“Não acho que seja muito defensivo. Eu e o Murilo praticamente demos passes da metade do campo para frente. A gente gosta do 1 para 1 quando ataca e tendo mais um zagueiro dá mais segurança para nós e para os atacantes ficarem mais tranquilos porque não precisam voltar para defender, não sofrem desgaste maior”, disse.

“Eu gosto da formação, o professor também, por isso ele planejou desse jeito. Se a torcida gosta ou não, não é problema meu. Eu tento fazer meu melhor. Ele (Abel Ferreira) é quem sabe”, completou.

Explicações do argentino

A declaração gerou repercussão entre parte dos torcedores. Por isso, o defensor decidiu explicar o contexto de suas palavras e reforçou que teve dificuldade para encontrar a melhor forma de expressar seu pensamento.

Barboza também destacou que ainda enfrenta limitações com o idioma. Segundo o zagueiro, seu português não é dos melhores, o que dificulta a escolha das palavras em algumas situações. Além disso, o argentino afirmou que nem sempre consegue transmitir exatamente o que pretende dizer.

“Pessoal, não fiquem bravos. Meu português não é o melhor e não é fácil encontrar as palavras certas nas entrevistas. Entendo o torcedor e respeito seus gostos e opiniões, mas não posso fazer nada. Para isso, temos uma comissão técnica dos melhores da América, que estuda e executa o plano de jogo. “Só posso garantir que dou o melhor toda vez que tenho que entrar em campo, seja como zagueiro, lateral ou goleiro”, frisou.



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