Carlos Henrique Sadi é a cara nojenta da política do São Paulo

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O autotintiitulado 'elitista' Carlos Sadi com a filha Andreia Sadi
Reprodução Instagram

O autotintiitulado ‘elitista’ Carlos Sadi com a filha Andreia Sadi

No último dia 26 de agosto (curiosamente, aniversário do rival Palmeiras, que hoje vive uma era “soberana”, status autointitulado pelo São Paulo nos tempos gloriosos do distante passado), o patético conselheiro são-paulino Carlos Sadi deu uma entrevista asquerosa, nojenta, preconceituosa e elitista ao canal São Paulo Digital.

Carlos Sadi vomitou, com clareza, ponderação e escrotidão, tudo o que pensa, lembrando, inclusive, muito os tempos em que, também elitista travestido de péssimo piadista, Marco Aurélio Cunha exibia bilhete de metrô na TV para ironizar o “passaporte corinthiano” e em que o ex-presidente Juvenal Juvêncio defecava preconceito contra a periferia da Zona Leste e Itaquera, mordido de raiva pelo fato de o Morumbi ter perdido a abertura da Copa do Mundo para o estádio do time do povo, construído no extremo leste da cidade. Nojo!

O que é mais grave ainda é que Sadi não é “só” mais um idiota preconceituoso. Ele é um idiota preconceituoso cotado para ser vice-presidente do São Paulo, clube com a quarta maior torcida do país e, pois, com uma massa de milhões de pessoas do povo.

Deixo aqui uma dúvida: será que foi Carlos Sadi que bolou os dizeres da faixa “o mais popular” exposta nos jogos no Morumbi, nas adjacências de Paraisópolis? 

Minha solidariedade aos são-paulinos da minha Zona Leste, de Itaquera, de Paraisópolis e de todas as quebradas, que, certamente, devem ter vergonha de alguns (que são muitos) lixos que os representam na política aristocrática, quatrocentona e patética do São Paulo Futebol Clube. E sublinho meu asco, desprezo e nojo aos são-paulinos que pensam como Sadi, só não verbalizam em público: conheço alguns… Graças a Deus, e a São Jorge, não é o caso da minha mãe, a são-paulina fanática e anticorinthiana dona Maria Dolores. 

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Vitão Raiz

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