Ex-Corinthians vive nas ruas de São Paulo por vício em crack

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Ex-Corinthians vive nas ruas de São Paulo por vício em crack
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Ex-Corinthians vive nas ruas de São Paulo por vício em crack

Régis Pitbull, ex-jogador de 49 anos de idade marcado por passagens por Corinthians, Ponte Preta e Vasco da Gama, vive uma situação delicada nos dias de hoje.

De acordo com informações divulgadas em uma reportagem do portal GE, o ex-atleta se tornou morador de rua no bairro de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo, devido ao vício em crack.

Ainda segundo o site, Régis parou na rua depois de morar de favor com familiares e amigos, após ter que deixar seu apartamento, em março de 2025. Na ocasião, foi preso por agredir o síndico em um elevador.

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O atacante está próximo de perder sua residência, por dívidas de condomínio e IPTU, que acabaram movendo uma ação judicial.

Em entrevista ao portal, Régis lembrou com carinho dos torcedores do  Corinthians e ressaltou sua paixão pelo clube do Parque São Jorge.

“O pessoal da torcida veio aí no domingo conversar comigo, querem me ajudar. Eu sou Corinthians demais, eles lembram sempre de mim”, disse.

Em contato com o site, familiares e amigos afirmam que o próprio ex-jogador não quer aceitar a ajuda e iniciar um processo de recuperação.

“Não quero que ninguém saiba que eu existo. Se acharem que estou morto, é melhor. Não sou um coitadinho”, afirmou Régis.

Problema antigo

Régis tem um problema com as drogas desde o início de sua carreira profissional. Durante toda a sua trajetória como jogador, foi suspenso por doping em duas oportunidades, ambas pelo uso de maconha.

Em 2011, segundo reportagem da Folha de São Paulo, o atleta entrou em depressão após se aposentar, o que culminou no vício em crack.

No ano seguinte, conseguiu se livrar do problema, chegou a treinar com a Ponte Preta, clube que o projetou para o futebol nacional e internacional no século passado, teve boas atuações com a Matonense, pela Série A2 do Campeonato Paulista, em 2015, mas voltou a ter problemas com as drogas, conforme noticiado por outra reportagem do jornal, feita em 2019.

Na ocasião, afirmou ser um “viciado em recuperação” e negou a necessidade de esmola.



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