faltam nove pontos (a conta-gotas)

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Ziyech se esforça, mas não consegue nada
Foto: Vítor Silva/Botafogo

Ziyech se esforça, mas não consegue nada

A situação do Botafogo no Campeonato Brasileiro é tão difícil que ninguém esperava uma vitória sobre o possante Coritiba, nesta segunda-feira (12), no Estádio Couto Pereira, pela rodada 30. Sendo assim, haverá quem comemore o empate do Glorioso por 1 a 1 com o Coxa, na luta, a conta-gotas, pelos nove pontos da salvação. O adversário, a propósito, não triunfa há mais de 40 dias. Enfim. Sem mais delongas, vamos saber como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

BATISTA – Mais uma vez, salva o Botafogo. Desta vez, foram duas defesas relevantes ao longo do espetáculo. Não teve culpa no gol do Coritiba – NOTA: 7,0

VITINHO – Voltou a se apresentar como um ícone do elenco. Não hesitou ao fazer boas ultrapassagens. Na defesa, anulou o lado esquerdo do Coritiba – NOTA: 6,5

FERRARESI – Rebateu alguns cruzamentos e manteve-se firme nas bolas que pererecaram na pequena área. No fim, arrojado, partiu para o ataque para tentar virar o jogo. Levou perigo – NOTA: 6,5

MARÇAL – Perdeu a disputa para Cóser no 1-0. E todo jogo arruma um jeito de levar o cartão amarelo. Contra o Coxa, não foi diferente. Impressionante! Não transmitiu, por isso, muita segurança atrás – NOTA: 4,5

TELLES – Armou o jogo com inteligência e continuou bem na bola parada. Teve um entendimento interessante com Tiquinho – NOTA: 6,0

ALLAN – Amarelado, diminuiu a intensidade nos combates. Sendo assim, no segundo tempo, cedeu a vaga a Domingos. Mas fez um cotejo correto – NOTA: 6,0

MEDINA – Ao menos, melhorou em relação aos últimos encontros. Movimentou-se bastante e garantiu uma assistência para Danilo no 1-1. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Montoro – NOTA: 6,0

DANILO – O único “atacante” com poder de fogo do Glorioso. Marcou dois gols, mas Cabral tirou um. Pisou na área várias vezes e deu muito trabalho à defesa do Coxa. Correu, marcou, armou e ainda deu suporte na marcação – NOTA: 7,5

MARTINS – Para variar, não funcionou. Não conseguiu dar prosseguimento às jogadas e ser incisivo pelo lado esquerdo do ataque. Houve lances em que caiu sozinho. Saiu, assim, no segundo tempo, para a entrada de Paulinho – NOTA: 4,0

ZIYECH – Muito aberto pelo lado direito, o astro marroquino insistiu em cruzamentos que atravessaram a defesa do Coritiba e não encontraram ninguém. Habilidoso para sair da marcação, mas pouco efetivo. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Júnior Santos – NOTA: 5,5

CABRAL – Com um empurrão no zagueiro do Coxa, o Mamute impediu um gol do Botafogo. Participou do 1-1. No restante da partida, entretanto, foi a chamada “peça nula” em campo. Segue em péssima fase. Saiu, enfim, no segundo tempo, para a entrada de Tiquinho – NOTA: 3,0

JÚNIOR SANTOS – Sem brilho, o Anjo das Pernas Confusas não entregou nada e quase não pegou na bola – NOTA: 4,5

DOMINGOS – Voltou a aparecer na equipe. Ninguém mais lembrava dele. Participação tímida no prélio – NOTA: 5,0

TIQUINHO – Em pouco tempo, foi muito mais participativo do que Cabral, algo que não é muito difícil. Cabeceou com perigo e arrumou faltas na entrada da área. Merece uma minutagem maior no Botafogo – NOTA: 6,0

MONTORO – O Monstrinho forçou muito a barra nas esticadas. Coadjuvante no pouco tempo em que esteve em campo – NOTA: 5,0

PAULINHO – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA

TÉCNICO: MATHEUS BACHI – Demorou uma eternidade para mexer na equipe. Cabral, por exemplo, ficou mais tempo do que deveria. Aceitou a pressão do Coritiba no início do segundo tempo. O Botafogo, no entanto, veio ao Paraná para não perder e logrou êxito, ainda que a ambição não esteja à altura do clube – NOTA: 5,0

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