Flamengo divulga balancete e revela valores por Freitas e Valencia

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Relatório mostrou o balanço do Flamengo em julho, agosto e setembro
Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Relatório mostrou o balanço do Flamengo em julho, agosto e setembro

O Flamengo divulgou neste sábado (31) o balancete do terceiro trimestre, com números dos meses de julho, agosto e setembro. Inclusive, o documento mostra o fechamento da última janela de transferências, o que já permite saber o quanto o Rubro-Negro investiu em atletas em 2026. No total, o clube gastou R$ 667,7 milhões, um recorde em sua história.

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Somente neste terceiro trimestre, o Flamengo gastou R$ 172,6 milhões entre contratações e renovações de contrato. Aliás, o clube revelou os valores gastos com os dois reforços feitos na última janela. Freitas custou R$ 66,7 milhões, sendo R$ 63,4 milhões entre luvas e pagamentos ao River Plate. Além de R$ 3,3 milhões de intermediação.

Já Anthony Valencia teve o custo de R$ 43,9 milhões, sendo R$ 40,9 milhões entre luvas e pagamento ao Royal Antwerp, da Bélgica, e R$ 3 milhões de comissão. No entanto, o maior investimento do ano foi a contratação de Lucas Paquetá, com valores que chegam a R$ 315,7 milhões.

Por outro lado, o Flamengo recebeu com a venda de jogadores uma receita bruta de R$ 174,7 milhões nos primeiros nove meses da temporada, abaixo da meta de cerca de R$ 250 milhões prevista no orçamento. O resultado mais significativo ocorreu no terceiro trimestre, com R$ 67,8 milhões.

Wallace Yan gera receita para o Flamengo

Neste recorte, os maiores lucros foram as vendas de Wallace Yan para o Bragantino (R$ 30,7 milhões) e Lorran para o Sharjah FC (R$ 6,7 milhões). Além disso, o clube recebeu mais R$ 27,8 milhões em mecanismo de solidariedade, participações em revendas e empréstimos.

Entretanto, o Flamengo teve um superávit de R$ 38,3 milhões e recuperou o déficit de R$ 33,8 milhões acumulados no primeiro semestre. Assim, fechou setembro com R$ 4,5 milhões positivos.

Até o momento, a receita recorrente, que não engloba a venda de atletas, aumentou 11,3% e ultrapassou R$ 1,17 bilhão, recorde do Rubro-Negro comparado a outros anos. A receita bruta, aliás, atingiu R$ 1,34 bilhão, a segunda maior da história do clube.

De acordo com o balancete, o Flamengo cresceu em praticamente todas as linhas de receitas. Destaca-se, inclusive, licenciamento, patrocínio e publicidade (alta de 42,9%), e para as operações de jogos (alta de 27,6%), sendo um aumento de 20,6% de bilheteria, 28,4% do programa de sócio-torcedor e 37,3% em receitas do estádio.

O Rubro-Negro fechou setembro com R$ 84,1 milhões de caixa livre consolidado. Deste montante, R$ 50,8 milhões ficam sob gestão do clube e R$ 33,3 milhões são administrados pela Fla-Flu Serviços S.A., que administra o Maracanã.

O endividamento operacional líquido, por sua vez, fechou o período em R$ 376,1 milhões, 23% abaixo do pico de R$ 488,1 milhões em março. Porém, com um aumento de 25,5% em relação aos R$ 280,2 milhões do segundo trimestre.



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