
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira
Técnico da Seleção Brasileira há mais de um ano, Carlo Ancelotti poderia ter dado adeus ao cargo nos últimos dias, após a procura de dirigentes da Federação Italiana de Futebol (FIGC) pelo experiente comandante. A recusa ao convite para assumir a Azzurra, no entanto, aconteceu quase que imediatamente, em respeito ao compromisso firmado junto à CBF (Confederação Brasileira de Futebol), explicou Carleto.
Diante do contexto, trazido a público por Ancelotti em entrevista à ESPN, que foi ao ar na última quarta-feira (29), a imprensa italiana repercutiu a recusa do treinador em trabalhar à frente da seleção italiana, que mira retornar a uma Copa do Mundo depois de três ausências consecutivas no torneio.
“Após semanas de grande confusão e mudanças constantes, a estrutura organizacional da seleção italiana de futebol foi finalizada, em uma tentativa de se recuperar das profundas decepções dos últimos anos. O novo técnico será Roberto Mancini, mas antes dele, também houve conversas com Pep Guardiola, Andrea Pirlo e Carlo Ancelotti. Em entrevista, Ancelotti explicou os motivos de sua recusa ao convite para comandar a Itália: “Não foi uma questão contratual”. La Gazzetta dello Sport
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Conforme destacou Carlo Ancelotti, a resposta negativa para trabalhar na seleção de seu país ocorreu pela preferência à Amarelinha, por conta do acolhimento recebido no último ano e também pelo contrato renovado pela CBF até a Copa de 2030.
Tenho um compromisso com a CBF e com este país, porque este país me recebeu muito bem neste primeiro ano. Eu quero continuar aqui. Agradeci, obviamente, à Federação Italiana, mas eu quero seguir aqui porque creio que é correto e justo seguir em um país que me acolheu muito bem, em uma instituição que me deu a oportunidade de trabalhar”. Carlo Ancelotti à ESPN
De olho em 2030
Carlo Ancelotti explicou nesta quarta-feira (29) como pretende conduzir o processo de renovação da Seleção Brasileira após a queda na Copa do Mundo.
Em entrevista ao GE transmitida pelo Jornal Nacional, o comandante italiano admitiu a necessidade de curar as feridas da eliminação recente, defendeu suas convicções para o novo ciclo de quatro anos e projetou o futuro do futebol brasileiro, incluindo a recuperação de peças centrais da equipe.

Ancelotti já pensa no ciclo até 2030
Ancelotti trabalha na estruturação do próximo ciclo ao lado do departamento de seleções. De olho nos amistosos contra Austrália e Índia, em setembro, o italiano estabeleceu que poucos veteranos terão sequência, decretando o encerramento de ciclo para peças centrais da última década.
“Acho que com essa Copa do Mundo termina uma geração de jogadores muito importantes. Começando por Neymar. Passando por Danilo, Casemiro, todos esses jogadores que na Copa do Mundo tinham mais de 30 anos”. Ancelotti
“Vamos mapear os novos jogadores que possam entrar não digo na próxima Copa do Mundo de 2030, mas que possam já ser competitivos no primeiro objetivo, que é a Copa América de 2028”, complementou o italiano.
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A história do italiano que pode dar o Hexa ao Brasil

Carlo Ancelotti com a camisa da Roma
Um dos maiores técnicos da história do futebol mundial, com um currículo recheado de títulos, Carlo Ancelotti conduz a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2030, em busca do sonho do hexa.
Antes de se consagrar como o renomado comandante que se tornou nos dias de hoje, contudo, Ancelotti surgiu como uma promessa do meio-campo do futebol italiano há alguns bons anos.
