Internacional e Bragantino pouco inspirados na etapa inicial
Com a necessidade de pulverizar a desvantagem no primeiro duelo, o Bragantino tomou a iniciativa desde os minutos iniciais a fim de controlar as ações ofensivas. Apesar da maior presença no campo de ataque, as donas da casa encontraram dificuldades para transformar a posse de bola em chances claras de gol e pouco exigiu da goleira Gabi Barbieri.
O Internacional, por sua vez, apostou em transições rápidas e buscou aproveitar os espaços deixados pela defesa bragantina, mas também teve problemas na criação. Com pouca inspiração ofensiva de ambos os lados, a primeira etapa terminou sem alterações no placar.
Anfitriãs crescem e levam a decisão aos pênaltis
A volta do intervalo trouxe um Internacional mais agressivo, tentando adiantar suas linhas e criar perigo nos primeiros movimentos da etapa final. Com o passar do tempo, entretanto, o Bragantino retomou o controle, impulsionado pelas mudanças promovidas pelo técnico Humberto Simão. A pressão surtiu efeito aos 29 minutos, quando Catarina foi agarrada por Valéria dentro da área. Na cobrança, a capitã Mylena abriu o placar. Já aos 39′, após disputa dentro da área, Jé Soares apareceu livre para balançar a rede e marcar o segundo gol das mandantes, o que igualou o confronto no placar agregado.
Decisão emocionante nas penalidades
As equipes passaram a adotar postura mais cautelosa nos minutos finais, sem criar grandes oportunidades para evitar os pênaltis. Na disputa decisiva, o equilíbrio permaneceu até os momentos derradeiros. A goleira Gabi Barbieri brilhou ao defender uma cobrança de Rafa Mineira, o que foi determinante para a classificação colorada por 5 a 4.
