
Lateral ou zagueiro? Ibañez recusa revelar segredo de Ancelotti
Polivalente, o defensor Roger Ibañez, que atualmente defende o Al-Ahli, da Arábia Saudita, foi alvo de diversas questões sobre o seu posicionamento na Seleção Brasileira, comandada pelo italiano Carlo Ancelotti, em entrevista dada nesta terça-feira (09), no hotel onde a delegação se hospeda, em Basking Ridge, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Apesar da pergunta feita por diversos jornalistas, o gaúcho de 27 anos se recusou a revelar em qual função da defesa vem treinando sob o comando de Carletto nos últimos dias.
“Vocês estão querendo saber mais do que eu (risos). Trabalhamos forte nos últimos treinamentos, estamos dando o nosso melhor para chegarmos o mais pronto possível para a estreia. Isso é o máximo que eu posso falar. Se eu passar disso, me complica depois.” Ibañez
Após a lesão na coxa esquerda de Wesley, lateral-direito titular do time canarinho que precisou ser cortado, Ibañez surgiu como um dos substitutos mais prováveis.
Zagueiro de origem, o defensor se destaca por sua grande capacidade física, com muita velocidade e impulsão, características extremamente exigidas na função.
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Ancelotti não convocou nenhum lateral para o lugar de Wesley. O substituto escolhido vem do meio-campo: Éderson, ex-Corinthians, Cruzeiro e Fortaleza que construiu carreira na Europa defendendo a Atalanta, da Itália, mas já está acertado com o Manchester United.
No elenco, diversos jogadores já atuaram na lateral-direita, como Fabinho, volante que também joga na Arábia Saudita, e Danilo, que começou a carreira na posição, mas é zagueiro desde o final da sua passagem pela Juventus. Hoje, nenhum representante brasileiro convocado está acostumado a exercer a função.
A provável escalação para a estreia, diante do Marrocos, no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em East Rutherford, em Nova Jersey, tem Danilo no lado direito defensivo.
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Na projeção atual, Ibañez deve começar a Copa do Mundo no banco, disputando vaga tanto na zaga, ocupada por Gabriel Magalhães e Marquinhos, quanto na lateral, de Danilo.
Caminho rumo ao hexa
Integrante do Grupo C, o Brasil começa sua jornada na Copa no dia 13 de junho contra o Marrocos, equipe que foi semifinalista em 2022, no Mundial do Catar. Depois disso, o time canarinho encara as despretensiosas seleções do Haiti e Escócia.
Seguindo os prognósticos naturais, o Brasil deve encerrar sua chave como líder do grupo. Porém, é ai que começam as possíveis dificuldades rumo ao Hexa.
Se terminar como primeira colocada, a seleção brasileira enfrenta o segundo lugar do Grupo F, que tem a Holanda como favorita, além de Tunísia, Japão e Suécia.
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Avançando da inédita fase de 16-avos de final, que antecede às oitavas, o Brasil pode medir forças contra o vencedor do jogos entre os segundos colocados do grupo E e I. Os canditados são Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador; França, Senegal, Noruega e Iraque.
Havendo alguma zebra nas chaves citadas, é possível que a Seleção de Ancelotti precise lidar com os alemães ou franceses logo na segunda etapa do mata-mata da Copa. A partir desta fase, o caminho se abre com diferentes possibilidades: é plausível enfrentar a Inglaterra nas quartas, e a Argentina nas semis.

