
Lino chuta e marca para o Brasil. Rubro-Negro fez dois dos quatro gols da Seleção sobre a Índia
Samuel Lino entrou no lugar de Vini Jr. no intervalo da goleada do Brasil sobre a Índia por 4 a 0, neste sábado (3/10). Naquela altura, o jogo estava 2 a 0. Com muitas alterações, o segundo tempo foi fraco, mas Samuel Lino se destacou. Fez o terceiro gol recebendo passe de calcanhar de Pedro, numa jogada de flamenguistas entrosados. E, no último lance do jogo, o atacante recebeu pela esquerda, cortou para o meio, entrando na área e chutando para fazer um belo gol, fechando o placar em 4 a 0. No fim da partida, o atacante celebrou sua atuação
“Fico feliz por ter agradado. Volto confiante em manter o trabalho no meu clube. A concorrência é farta no setor, que e conta com o melhor do mundo, Vini Jr, além de outros excelentes como Rodrygo, que joga nesta posição. Mas confio no meu trabalho”, disse o atacante, que ainda brincou com o fato de flamenguistas marcarem três dos quatro gols do Brasil.
“Fico feliz pelo gol do Pedro também e saber que foram dois gols de jogadores do Flamengo. Isso mostra o quanto o Flamengo tá bem representado e feliz pela vitória, por fechar esses três jogos bem”, disse Lino, que também, entrou nas duas partidas contra a Austrália.
Lino diz o que pesou para o Brasil
Lino também comentou sobre o fato de o Brasil não fazer um grande jogo, conseguindo quatro gols, mas muito mais por falhas dos goleiros (titular e reserva que entrou) em três dos quatro gols. O calor e o mormaço entraram na conta.
“Trinta graus à noite, 40 de manhã, 35 à tarde. É bastante calor. O que pesa mais é o mormaço, o bafo que fica, que querendo ou não atrapalha um pouco o andar do jogo. Não tem como jogar num ritmo rápido sempre, porque o calor atrapalha, você dá dois, três piques ali, já abafa, mas a gente soube gerenciar bem e conseguiu fazer os gols e conseguiu a vitória”, disse.
Em novembro, o Brasil fará mais dois amistosos, contra Singapura (14/11) e Japão (17/11), ambos na Ásia. E Samuel Lino espera ter confirmado sua presença no rol de convocáveis de Ancelotti, mesmo com a sombra de um Vini Jr. e outros nomes de ponta que atuam na sua função.
