
Meia do São Paulo faz lambança e abre o placar para os EUA
Na abertura de sua segunda Copa do Mundo no país, os Estados Unidos não demoraram para abrir o placar. Para sair na frente diante do Paraguai, a equipe da casa contou com uma lambança de Damián Bobadilla, meio-campista do São Paulo.
Logo aos seis minutos do primeiro tempo, o volante parecia estar bem colocado para afastar um cruzamento rasteiro dos norte-americanos, que poderia gerar perigo. No entanto, pegou no susto e mandou para a própria meta.
Abertura estadunidense da Copa do Mundo
A Copa do Mundo está de volta aos Estados Unidos. 32 anos depois do pênalti isolado por Roberto Baggio, o principal torneio do planeta retornou à ‘terra do Tio Sam’. Para celebrar, um grande show de abertura foi realizado no SoFi Stadium, em Inglewood, na Califórnia. Anitta foi uma das estrelas presentes.
Além da brasileira, outros grandes músicos se apresentaram nesta sexta-feira (12), no estádio que costuma sediar partidas da NFL, dos Los Angeles Rams e Los Angeles Chargers, como Future, Tyla e Lisa.
Antes dos artistas que dominam as plataformas mundiais na atualidade, as tradicionais bandas marciais norte-americanas contaram um pouco da história do país, assim como a chegada do futebol à nação.
Ausência de Trump
Atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump não marcou presença no SoFi Stadium nesta noite. Muito envolvido com o torneio e as implicações políticas dele, o empresário não compareceu ao local para acompanhar a estreia estadunidense.
Nesta semana, o político participou de um evento esportivo: o jogo 3 das finais da NBA, entre New York Knicks e San Antonio Spurs.
A presença do republicano gerou caos nos arredores do Madison Square Garden, com o forte esquema de segurança, preparado exclusivamente para proteger o mandatário estadunidense.
Para evitar riscos ao presidente, o Serviço Secreto dos Estados Unidos fechou um grande perímetro que cerca o Madison Square Garden. Para entrar nele, foi necessária a posse de um ingresso para a partida.
Torcedor assumido dos Knicks, Trump deu “azar” à sua equipe, pois presenciou a única derrota dos nova-iorquinos na série decisiva até o momento. Após o quarto duelo, o time vence o confronto por 3 a 1, e volta a ser campeão da NBA depois de 53 anos com mais uma vitória.

