
Memphis faz cara de nada após chutar pênalti no inferno e eliminar Corinthians da Libertadores
Juízo final. O corinthiano amanheceu nesta quinta (17) nos quintos do inferno. Para além dos acréscimos dos acréscimos dos acréscimos dos acréscimos, aos 100 minutos, no pênalti escandaloso que o juiz só deu após o VAR o chamar, Memphis chutou a bola para lá do bairro de AE Carvalho, no cruzamento entre as avenidades Água de Haia e São Miguel, já na Ponte Rasa.
Até então, ao chutar a bola no umbral e acordar os diabos que curtiam o final de noite e início de madrugada nos inferninhos próximos à curva da morte, o atacante holandês, que cometeu um deslize indesculpável à Fagner na penalidade, não tinha feito absolutamente nada. Nem ele, nem Garro, nem Kaio César, nem ninguém.
O time do patético Fernando Diniz foi o que tem sido em todos os jogos, um deserto de ideias, sem repertório, sem nada. Nem vergonha na cara!
A verdade é que o Estudiantes La Plata não precisou nem de goleiro. O bizarro Muslera, que passou vergonha na última Copa ao “defender” o Uruguai e que faz um péssimo Campeonato Argentino, não foi testado. Na única bola em seu gol, um chute fraquinho de direita, de fora da área, do canhoto Bidu, Muslera espalmou para escanteio. No pênalti marcado, não impediu que Memphis quebrasse a vidraça do morador de AE Carvalho.
O Estudiantes, que fez seu gol já no fim do jogo em sua primeira finalização certa, precisou jogar quase nada para ser, com folga, o melhor time em campo.
Mesmo sem diretoria e, pois, sem força e representividade nos bastidores nem salários em dia, o Corinthians tinha obrigação de fazer mais para superar a arbitragem do venezuelano Jesús Valenzuela e a aguerrida equipe do Estudiantes. Precisva fazer o mínimo.
O paupérrimo futebol da equipe de Fernando Diniz não justifica, óbvio ululante, a equipe ser operada pela arbitragem. O soprador de apito precisou de menos de 4 minutos para, na primeira falta, amarelar Bidon. Seis minutos depois, não marcou (nem o VAR, Juan Soto-VEN, o chamou) um pênalti claro em Gabriel Paulista, que teve sua camisa puxada de forma escandalosa. Agora, pelo que o Corinthians não jogou e pelo que o Memphis fez no pênalti marcado, não dá para culpar o patético Jesús Valenzuela pela eliminação.
Como a chance de o Flamengo ser eliminado, nesta quinta-feira (17), no Maracanã, pelo Independiente Del Valle, é a mesma de o Arnold Schwarzenegger ovular, as semifinais estão definidas: Fluminense x Palmeiras, com os paulistas decidindo o confronto em casa, e Flamengo x Estudiantes La Plata, com a vantagem carioca de ser o mandante do segundo duelo.
Com todo o respeito a Fluminense e Estudiantes, eu ficarei surpreso se a final da Libertadores não for a mesma de 2025: Flamengo x Palmeiras. Se vai ventar de novo em Montevidéu, é outra história…
Voltando ao Corinthians, Memphis merece todas as critícas do mundo e mais 818 mil críticas. Mas não podem absolver o patético trabalho de Fernando Diniz e a inexistência de diretoria/bastidores. O Cornthians não tem diretoria, técnico nem ideia, não tem nada. Ou melhor, tem que fazer 45 pontos no Brasileiro.
Corinthians 0x1 Estudiantes La Plata
LDU 3×2 Palmeiras

Carlos Miguel
Carlos Miguel pegou dois pênaltis e classificou o Palmeiras. A análise da péssima partida alviverde, do destempero de Abel Ferreira e da sofrida classificação palestrina, você lê aqui.
Platense 2×1 Fluminense

Platense x Fluminense
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Vitão Raiz
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