Morre Geovani, ídolo histórico do Vasco, aos 62

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Geovani Faria da Silva, conhecido como Pequeno Príncipe, morreu aos 62 anos e deixou legado histórico com a camisa 8 do Vasco
Reprodução/x.com/Vasco da Gama

Geovani Faria da Silva, conhecido como Pequeno Príncipe, morreu aos 62 anos e deixou legado histórico com a camisa 8 do Vasco

Geovani Faria da Silva, ídolo do Vasco e um dos grandes meias da história do clube, morreu nesta segunda-feira (18), aos 62 anos. A informação foi divulgada pelo próprio clube, que lamentou a perda do jogador conhecido pela torcida como “Pequeno Príncipe”.

O ex-jogador marcou época com a camisa cruzmaltina a partir dos anos 1980. Geovani disputou 408 partidas pelo clube e marcou 50 gols, além de se tornar um dos principais símbolos da camisa 8 em São Januário.

A morte também foi confirmada pela família nas redes sociais. De acordo com o comunicado publicado no perfil do ex-atleta, Geovani passou mal durante a madrugada, foi levado a um hospital em Vila Velha, no Espírito Santo, mas não resistiu.

Ídolo de uma geração

Geovani chegou ao Vasco no início da década de 1980, depois de se destacar na Desportiva Ferroviária. No clube carioca, construiu uma trajetória marcada por talento, visão de jogo, passes precisos e forte identificação com a torcida.

O meia fez parte de uma geração importante do Vasco e participou das conquistas dos Campeonatos Cariocas de 1982, 1987, 1988, 1992 e 1993. Ao longo de três passagens pelo clube, consolidou-se como um dos jogadores mais técnicos da história cruzmaltina.

O apelido de “Pequeno Príncipe” acompanhou a forma como Geovani era visto dentro de campo. Mais do que pelos números, ele ficou marcado pela elegância no meio-campo, pelos dribles e pela capacidade de organizar o jogo em uma época de grandes nomes no futebol brasileiro.

Trajetória também passou pela Seleção

Geovani também teve destaque com a Seleção Brasileira. Foi campeão mundial sub-20 em 1983, competição em que marcou o gol do título contra a Argentina, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, e integrou o grupo campeão da Copa América de 1989.

Fora do Brasil, atuou por clubes como Bologna, da Itália, Karlsruher, da Alemanha, e Tigres, do México. Depois, voltou ao futebol brasileiro e passou por equipes como ABC, Serra, Rio Branco e Vilavelhense.

Nos últimos anos, Geovani enfrentou problemas de saúde e chegou a ser internado em 2025. Ainda assim, manteve presença em homenagens e eventos ligados ao futebol, especialmente no Vasco e no Espírito Santo.

O Vasco se despediu do ex-jogador tratando Geovani como “eterno ídolo” e destacou o legado deixado pelo ex-camisa 8 para gerações de vascaínos.



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