
Pedrinho, presidente do Vasco, detona possibilidade de não mandar jogo de volta no Rio de Janeiro
Boca Juniors e Vasco entram em campo nesta terça-feira (13) para o duelo de ida da semifinal da Copa Sul-Americana, em La Bombonera, em Buenos Aires. Contudo, a principal polêmica está em relação ao jogo de volta, na próxima terça-feira (20). Com a polêmica envolvendo a disponibilização ou não do Maracanã, a Conmebol deu um ultimato nesta terça em que, caso haja uma nova mudança na justiça, o jogo de volta será no Paraguai.
Por isso, antes da bola rolar para o jogo de ida, o presidente do Vasco, o ex-jogador Pedrinho, detonou a possibilidade de não poder mandar o jogo de volta no Maracanã. O mandatário cruz-maltino, em entrevista à ESPN, afirmou que a polêmica deixou de ser por argumentos técnicos sobre a utilização do Maracanã e passou a ser de cunho pessoal.
“Em 2026 pedimos três jogos com antecedência. Só pedi porque eu sou proibido, por não cumprir alguns regulamentos da Conmebol (para jogar em São Januário). Muitas vezes eles dizem que não reconhecem o contrato, mas foi assinado por Flamengo e Fluminense, só não foi na esfera jurídica pelo Consórcio. A decisão tomada pelo TJ foi pela segurança, não pelo gramado”, iniciou Pedrinho, que complementou:
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“Agora dentro do ônibus eu soube que entraram com esse recurso e que existe esse relatório da Conmebol que pode tirar o jogo do Brasil para o Paraguai. Acho que é uma covardia com a instituição e com a competição”, disse.
Na noite desta terça, o Consórcio Fla-Flu Serviços S.A afirmou que vai levar a questão para o STJ. Por isso, Pedrinho destacou que acredita que a questão não é mais sobre as condições do gramado do Maracanã. De acordo com Pedrinho, a negativa é “birra” de Bap, presidente do Flamengo, para com o Vasco.
“Mesmo se não houvesse o contrato com o Consórcio e eu pedisse para jogar no Maracanã, pelo bom senso, poderia haver a gentileza. Um jogo não vai estragar o gramado. Hoje eu assumo esse conflito com o presidente do Flamengo. Virou uma coisa menos técnica e mais para ver quem tem a tinta mais pesada para prevalecer. Não estou medindo força para parecer poderoso e sim porque eu preciso jogar. Se o BEPE não me garante segurança para 4 mil pessoas em São Januário, preciso jogar no Maracanã”, finalizou.
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