
Seedorf corre risco de demissão do Corinthians
Contratado pelo Corinthians há cerca de duas semanas, o técnico Clarence Seedorf já enfrenta grande pressão no clube. Nos bastidores, há cobranças para que o holandês seja demitido do Timão caso a equipe tropece diante do Mirassol, na próxima sexta-feira (30), pela 33ª rodada do Brasileirão. A informação foi publicada inicialmente pelo jornalista Thiago Rodrigues.
De acordo com o repórter, aliados do presidente Osmar Stabile justificam uma possível saída de Seedorf dizendo que ainda haveria tempo para uma correção de rota visando aos últimos cinco jogos do Campeonato Brasileiro para salvar o Corinthians de um rebaixamento à Série B. Recentemente, o técnico Vanderlei Luxemburgo chegou a se mostrar aberto a assumir o comando em caso de um convite alvinegro.
Com dois jogos até aqui, Seedorf ainda não venceu à frente do Timão: o ex-volante empatou em 1 a 1 com o Vitória em sua estreia, quando precisou ficar nas arquibancadas da Neo Química Arena, e no último fim de semana foi derrotado de virada pelo Vasco da Gama, por 3 a 2, em São Januário. O treinador possui vínculo com o clube do Parque São Jorge até o fim de 2027.
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Está no Z-4
O Corinthians soma apenas 33 pontos na classificação, abrindo a zona de rebaixamento do campeonato após a derrota para o Vasco. Na 17ª colocação, o clube ainda pode ser ultrapassado pelo Grêmio, que com 31 tentos, encara o Coritiba fora de casa nesta segunda-feira, às 19h30 (de Brasília).
Por isso, o Timão, que já não vence há 10 jogos seguidos na Série A, precisa da vitória em seu próximo compromisso diante do Mirassol, na sexta-feira. O confronto direto pela parte de baixo do Brasileirão pode dar fôlego ao Corinthians e esperança ao torcedor, uma vez que o Leão Caipira está em 15º lugar, com 37 pontos por ora.
O duelo entre os paulistas será na Neo Química Arena, às 20h (de Brasília), e terá transmissão do Sportv e do Premiere.
“Gato” e “tapetão”: por que CBF não realizou Brasileirão em 2000
Muitos lembram do Campeonato Brasileiro de 1987 ser marcado por não ter sido inteiramente organizado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), mas há outra edição em que a entidade máxima do futebol brasileiro esteve completamente alheia ao torneio. No Brasileirão de 2000, a CBF não organizou a principal competição do país, em função de uma intrincada batalha jurídica que movimentou os tribunais esportivos do país. Relembre.
