
Raphinha cita pressão, mas se diz pronto para decidir pelo Brasil
A poucos dias para a estreia definitiva da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o atacante Raphinha concedeu entrevista coletiva, nesta quarta-feira (10), em um dos espaços do hotel The Ridge, em Nova York, nos Estados Unidos, onde toda a delegação do Brasil está hospedada.
Embora tenha confessado a pressão sentida por defender as cores do time canarinho em um Mundial pela segunda vez na carreira, o jogador do Barcelona se disse preparado para encarar esse momento único, por entender o seu atual momento e lugar na Seleção. Além disso, Raphinha destacou que está, ao lado de Vini Jr., preparado para decidir os jogos importantes pelo Brasil na Copa do Mundo.
“A gente tem que entender a grandeza que é vestir a camisa da Seleção. Principalmente o pessoal que já disputou uma Copa (….) E a gente tem que saber também a responsabilidade que cada um carrega individualmente dentro dos seus clubes, trazer aquilo para dentro da Seleção. Tem vários jogadores muito experientes, até mesmo o Vini, que não tem muita idade, mas a experiência dele no futebol, as conquistas dele dentro do futebol, é uma pessoa que pode resolver um jogo de Copa do Mundo também, é uma pessoa que pode ajudar a gente a trazer o Hexa. E eu também me incluo nisso, eu, o Vini, enfim, tem outros jogadores também que tem já uma experiência no futebol que podem resolver uma Copa”. Raphinha – Seleção Brasileira
Tudo que você precisa saber sobre o Mundial
A Copa do Mundo de 2026, 23ª edição do principal torneio de seleções organizado pela FIFA (Federação Internacional de Futebol), acontecerá entre os meses de junho e julho deste ano.

Roberto Carlos com a taça da Copa do Mundo
A competição terá países estreantes, retornos ilustres, sedes inéditas e um novo formato de disputa, que interrompe a sequência utilizada desde 1998. Veja tudo o que você precisa saber sobre o Mundial.
Caminho rumo ao Hexa
A Seleção Brasileira faz a estreia na Copa do Mundo 2026 contra o Marrocos, no dia 13 de junho. Depois disso, o Brasil encara as despretensiosas seleções do Haiti e Escócia pela fase de grupos do torneio.

Jogadores da seleção brasileira comemoram gol contra o Panamá
Seguindo os prognósticos naturais, a Seleção deve encerrar sua chave na Copa como líder do grupo. Porém, é ai que começam as possíveis dificuldades rumo ao Hexa.
Se terminar como primeira colocada, a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta o segundo lugar do Grupo F, que tem a Holanda como favorita, além de Tunísia, Japão e Suécia.
Avançando da inédita fase de 16-avos de final, que antecede às oitavas, o Brasil pode medir forças contra o vencedor do jogos entre os segundos colocados do grupo E e I. Os canditados são Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador; França, Senegal, Noruega e Iraque.
Havendo alguma zebra nas chaves citadas, é possível que a Seleção precise lidar com os alemães ou franceses logo na segunda etapa do mata-mata da Copa. A partir desta fase, o caminho se abre com diferentes possibilidades: é plausível enfrentar a Inglaterra nas quartas, e a Argentina nas semis.

