São Paulo afasta Cauly por risco de problema em exame antidoping

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Meia está fora dos últimos jogos após utilizar medicamento com substância proibida pela Wada
Foto: Rubens Chiri / São Paulo

Meia está fora dos últimos jogos após utilizar medicamento com substância proibida pela Wada

Cauly não participou das últimas partidas do São Paulo por uma precaução relacionada às regras antidoping. O meia apresentou um quadro forte de gripe e realizou, fora do clube, um tratamento para combater um problema nas vias nasais. O procedimento envolveu um medicamento que possui uma substância incluída na relação de produtos proibidos pela Agência Mundial Antidoping (Wada).

A situação chegou ao conhecimento do Tricolor Paulista depois que o próprio jogador comunicou o clube sobre o tratamento realizado. Diante do risco de um eventual resultado positivo no exame, a comissão técnica optou por não relacionar o atleta nas partidas recentes. A decisão busca evitar qualquer problema enquanto o caso ainda passa por avaliação.

São Paulo procura CBF antes de liberar o jogador

Desde que recebeu a informação, o São Paulo mantém contato com a CBF para esclarecer o caso. A diretoria quer entender quais procedimentos precisam adotar e quais condições devem cumprir antes de autorizar novamente a participação de Cauly nas partidas.

O ponto central da análise está na substância presente no medicamento utilizado pelo meia. A presença de um componente proibido não significa, por si só, que tenha ocorrido uma violação intencional das regras, mas exige que o clube e o atleta esclareçam as circunstâncias do uso e sigam os protocolos estabelecidos para situações desse tipo.

Enquanto aguarda as orientações, o Soberano mantém o atleta fora das opções para os jogos. O clube também busca garantir que qualquer retorno aconteça sem colocar o jogador em risco de sofrer uma punição. A prioridade, neste momento, é reunir as informações necessárias e definir a conduta adequada junto às autoridades responsáveis.

Cauly havia chegado ao São Paulo para reforçar o setor de criação e, por isso, sua ausência representa uma alternativa a menos para a comissão técnica. No entanto, a situação envolvendo o tratamento exige cautela antes de qualquer decisão sobre o retorno.



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