“Tenho uma novidade para lhe dar: não vamos jogar no Maracanã, vamos jogar em São Januário. O estado de espírito pode ser diferente. Mas sabemos que jogamos, quer com o Palmeiras ou o Boca nestas semifinais, contra grandes equipes que estão sempre presentes nas disputas das conquistas nestas grandes competições”, disse.
Desvantagem mínima e atenção total
Depois de um primeiro tempo bem abaixo do esperado, o Vasco conseguiu equilibrar o duelo na etapa final. As polêmicas de arbitragem atrapalharam o andamento da partida, porém faltou ser mais eficiente nas finalizações. Afinal, o time carioca teve chances de, pelo menos, empatar o duelo.
Dessa forma, Lescano e Cuiabano foram os jogadores mais perigosos da equipe. Ambos tiveram oportunidades e poderiam ter estufado a rede se calibrassem melhor os pés. Faltou pontaria, eficiência e tranquilidade, algo que não poderá se repetir no próximo domingo (8). O treinador também sabe que o Palmeiras tem jogado melhor fora de casa e dar espaços pode ser fatal.
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“Eficácia faz diferença em jogo de grande competição. Não vou esconder. Temos trabalhado, os jogadores estão conscientes e fazem o melhor. Por vezes, na ansiedade de querer fazer bem acontece que não se execute bem. Aconteceu isso. A ansiedade de chegar depressa ao gol não é a melhor forma de concretizar as oportunidades que criamos, nos dois tempos”, frisou o treinador.
