
Barboza comemora o primeiro gol alviverde no massacre contra o Corinthians
A vida é horrível e miserável , torcedor do Corinthians. Que o favoritismo do Palmeiras no Derby era muuuuito maior que o do Flamengo no Fla-Flu avisamos, mas a humilhação foi desmedida, justa e incontestável.
Poderia ser pior, corinthiano? Sempre pode. Como o Gre-Nal acabou 1 a 1 e deu Fla (1 a 0) no Fla-Flu, o Corinthians não entrou na zona da degola. E o Palmeiras não assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro.
Campeão paulista, semifinalista da Libertadores, semifinalista da Copa do Brasil, o Palmeiras pisou e chutou a cabeça do acéfalo Corinthians, fez 4 a 1 e continuou a um ponto do líder Flamengo na luta pelo título do Campeonato Brasileiro. E não foi 5 ou mais porque Hugo Souza, o melhor do Corinthians no Derby, pegou pênalti de Paulinho e fez dois milagres no primeiro tempo.
O gol de Gustavo Henrique foi o último ato do Derby e só um completo lunático passador de pano, para não dizer idiota, terá a pachorra de qualificar o tento como “gol de honra”. Honra é uma pinóia, o escambau!
O Derby foi uma teta enorme para Sabrina Boing Boing nenhuma botar defeito! Tetaça, 4 a 1 e não valia gol de Flaco López, Vitor Roque… Além do gol contra bizarro de Bidu (o 3 a 0), o Corinthians conseguiu tomar gol inédito de Barboza e dois gols de Giay. Dois gols de Giay! Dois gols de Giays. Não entendeu? Repito: dois gols do Giay. Dois gols de Giay.
A distância do Palmeiras hoje para o Corinthians como instituição é a mesma aferida no placar! Ou ainda maior!
Como os rivais enxergam o termo “tragédia” resume a diferença dos patamares dos rivais.
O Verdão, mesmo com o Paulistão conquistado na temporada, sabe que será um fiasco terminar a temporada sem conqusitar pelo menos um dos três títulos enormes que está disputando: Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão.
No Corinthians, que não ganhou nada no ano, não tem dinheiro, não tem diretoria e não tem ideia do que será o amanhã, a tragédia que Seedorf foi contratado para evitar é a de repetir o Palmeiras e cair pela segunda vez à Série B.
E o treinador holandês, uma escolha bizarra, assume com o time fora da zona da degola apenas no critério de desempate por ter uma vítória a mais do que o Internacional.
Parabéns a Osmar Stabile (vice de Augusto Melo, viva a memória), Marcelo Paz e todos os vitalícios e treinais envolvidos no apocalipse! Vocês continuaram a destruição do Corinthians!
Cá entre nós, a diferença do Palmeiras para o Corinthians é mais constrangedora do que a goleada com direito a olé. Desde 2012, quando o Corinthians foi bicampeão mundial e o Palmeiras caiu à Série B, a diferença entre os rivais não era tão abissal. Aliás, está muito maior. Na época, apesar da queda, o Palmerias de Betinho comemorou o título da Copa do Brasil.
Restando oito rodadas (24 pontos em disputa), Seedorf precisará conquistar 13 para o Corinthians atingir os benditos 45 pontos. No primeiro desafio, na Neo Química Arena, contra o Vitória, não contrará com Memphis, suspenso. Saravá, São Jorge!
“Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. São Jorge, Rogai por Nós.”
Corinthiano e Palmeirense Unidos Pela Civilização
É difícil falar de futebol quando caminhamos para regressar à Idade Média, mas ainda há esperança da civilização vencer a barbárie, como ficou claro ontem na histórica e gigantesca manifestação na avenida Paulista em prol da reeleição de Lula.

Torcedor do Palmeiras e do Corinthians abraçados em campanha pela reeleição de Lula; rivais unidos pelo time da civilização contra a barbárie
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Até para defender a indústria das bets é preciso honestidade!
Vitão Raiz
Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É tudo nosso! É nóis aqui no iG com a coluna Vitão Raiz!
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