Agrônoma morre após ter a cabeça esmagada por máquina pulverizadora

A engenheira agrônoma Luciana Santos de Almeida, 24 anos, morreu ao ter a cabeça esmagada por uma máquina pulverizadora, enquanto trabalhava na fazenda Água Quente, do grupo Amaggi, localizada em Sapezal (509 km de Cuiabá).

A funcionária do grupo atuava como assistente de pesquisa agrícola. Ela era de Cáceres, mas desde março deste ano residia no alojamento da fazenda Água Quente. O caso ocorreu na quarta-feira (23).

Conforme informações da Polícia Civil, o operador da máquina pulverizadora estava aplicando defensivos agrícolas na lavoura quando precisou manobrar o veículo para mudar de direção e acabou engatando a ré.

No entanto, ele não viu que a motocicleta, onde estava Luciana na garupa, estava atrás da máquina. Ao atingir a moto, a vítima caiu no chão e o pneu da pulverizadora acabou passando por cima da cabeça dela.

O operador da máquina só parou quando foi avisado que tinha atropelado a motocicleta, pois segundo o relato dele prestado a polícia, ele não sentiu devido ao tamanho do veículo.

As autoridades competentes foram acionadas para atender a ocorrência. Uma equipe médica constatou a morte de Luciana ainda no local e prestou socorro ao condutor da motocicleta, que ficou ferido.

O local foi isolado para análise da Perícia Oficial e de Identificação Técnica (Politec). A Polícia Civil está investigando o caso.

O grupo Amaggi se posicionou por meio de nota sobre o caso. De acordo com o grupo, todo o amparo está sendo dado aos familiares da colaboradora. Além disso, a gerência da fazenda manifestou pesar e a solidariedade à família, devia a perda.

Veja nota na íntegra

A AMAGGI confirma que a assistente de pesquisa agrícola Luciana Santos de Almeida, de 24 anos, veio a óbito após sofrer um acidente ocorrido nesta quarta-feira (23) na fazenda Água Quente, em Sapezal (MT). Tão logo teve conhecimento do caso, a AMAGGI deu início a todas as medidas de amparo aos familiares da colaboradora e está à disposição dos mesmos para prestar todo apoio que necessitarem neste momento de perda.

O caso já está sendo apurado pelas autoridades, que estiveram no local para realização de perícia técnica. O corpo de Luciana foi encaminhado para o Instituto Médico Legal em Campo Novo do Parecis (MT) e posteriormente será liberado para translado até a cidade de Cáceres (MT), onde reside a família e onde devem ser realizados o velório e o sepultamento. Luciana era colaboradora da AMAGGI desde março e estava residindo no alojamento da fazenda Água Quente.

A direção da AMAGGI, a gerência da Fazenda Água Quente e os colaboradores expressam seu pesar e solidariedade aos familiares de Luciana.

Matheus