Corinthians reencontra estádio mítico e trave alvinegra; relembre

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Corinthians reencontra estádio mítico e trave alvinegra; relembre
DIVULGAÇÃO / CONMEBOL

Corinthians reencontra estádio mítico e trave alvinegra; relembre

Corinthians e Estudiantes de La Plata abrem o confronto válido pelas quartas de final da edição de 2026 da Copa Libertadores da América na noite desta quarta-feira (09), no Estádio UNO Jorge Luis Hirschi, em La Plata, na Argentina.

Palco do jogo de ida deste duelo, o Estádio UNO Jorge Luis Hirschi tem mais de 100 anos, mas foi reconstruído completamente entre 2007 e 2019. Atualmente, tem capacidade para 32.530 espectadores, sendo o 18º maior da Argentina.

Estádio UNO Jorge Luis Hirschi tem mais de 100 anos de história
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Estádio UNO Jorge Luis Hirschi tem mais de 100 anos de história

O local não é estranho para o torcedor corintiano, que viu sua equipe sofrer um dos maiores atropelos da história nas competições continentais, mas conseguir o seu objetivo graças à atuação lendária de um ídolo e uma trave alvinegra. Relembre abaixo:

Atropelo, Cássio, trave… Corinthians na próxima fase

Em 2023, o Corinthians começou o ano na fase de grupos da Copa Libertadores da América. Apesar disso, foi muito mal em sua chave e terminou com a terceira colocação, atrás de Argentinos Juniors e Independiente del Valle.

Com isso, caiu para a Copa Sul-Americana. Enquanto eliminava Universitario, do Peru, e Newell’s Old Boys, da Argentina, para chegar às quartas de final, o Estudiantes fazia uma campanha de favorito ao título. No mata-mata, foram goleadas sobre Barcelona de Guayaquil e Goiás, antes de encontrar o Timão.

A ida foi disputada na Neo Química Arena. Sem convencer, o Corinthians levou o duelo para La Plata com uma vitória simples, com um gol do contestado zagueiro Gil.

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A vantagem, no entanto, desapareceu em menos de um minuto. Com apenas 50 segundos, Bruno Méndez afastou mal um cruzamento, e o meio-campista Mauro Méndez bateu forte, viu a bola desviar em Lucas Veríssimo e morrer lá dentro.

Depois do gol relâmpago, todo corintiano que acompanhava o jogo, seja no estádio na Argentina, ou nas televisões no Brasil, imaginou o pior: uma virada tranquila do Estudiantes.

E a verdade é que os pincharratas construíram não apenas para reverter a desvantagem inicial e confirmar a ida para as semifinais. A equipe argentina criou para aplicar uma goleada histórica no Corinthians.

Por que não aplicou? São duas respostas: trave e Cássio.

Cássio agradecendo a Deus (ou ao travessão) após a classificação sobre o Estudiantes
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Cássio agradecendo a Deus (ou ao travessão) após a classificação sobre o Estudiantes

No tempo normal, o Estudiantes carimbou a trave alvinegra quatro vezes, três vezes com o jovem e habilidoso ponta-direita Benjamín Rollheiser, que foi negociado ao Benfica e hoje atua como o substituto de Neymar no Santos. A joia argentina ainda parou em alguns milagres de Cássio e, nos pênaltis, escorregou e viu sua cobrança ser defendida pelo pé do goleiro.

A trave, mais especificamente o travessão, voltou com tudo na disputa por penalidades máximas. Duas cobranças, de Lollo e Ascacíbar, explodiram no poste.

Classificação frustrada

Apesar da vaga obtida de maneira heroica, a campanha corintiana na Copa Sul-Americana acabou de maneira decepcionante. Contra o Fortaleza, empatou na ida, na Neo Química Arena, e foi amassado na volta, no Castelão.

Na grande final, o Leão do Pici teve o pênalti de seu primeiro título internacional da história contra a LDU, mas perdeu e acabou com o vice-campeonato.



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