
Vini Jr. – Real Madrid
Passada a fase prévia disputada por um bando de times insignificantes de países secundários no futebol, a Liga dos Campeões da Europa (colonizados fanáticos e afetados preferem tratar, com sotaque e pronúncias forçadas constrangedoras, por “Champions League”) começou à vera nesta terça (8), com grandes embates, como o clássico Real Madrid 2×1 Inter de Mião.
Já importamos, da Europa, os chatíssimos e previsíveis pontozzzz corridozzz no Campeonato Brasileiro, já copiamos a patética final em jogo único na Libertadores e na Copa do Brasil, dois lixos que não têm absolutamente nada a ver nem com a cultura brasileira, nem com a cultura sul-americana…
Para o colonialismo patético, enlatado e fanático gabaritar e triunfar tragicamente de vez, falta a Conmebol copiar da Uefa o regulamento esdrúxulo da fase de classificação da Liga dos Campeões…
Atualmente, a Libertadores é disputada de forma simples, com 8 grupos de 4 times, que jogam em turno e returno entre si, com os dois primeiros de cada chave se classificando. A partir daí, os 16 times jogam os mata-matas das oitavas, os 8 classificados fazem os mata-matas das qurtas de final, os quatro classificados fazem as semifinais…
Exceção feita à estúpida final única em campo neutro, a fórmula atual da Libertadores é excelente, tradicional, todo torcedor sabe de cor, ainda que se possa (e se deva) discutir os critérios para a classificação para a competição, o número de equipes de cada país e tal.
Que não se copie o esdrúxulo formato europeu, com uma primeira fase que é uma liga torta, onde se joga de forma quase aleatória, um híbrido Franksetin, sem grupos nem turno e returno, para só depois rolar os aguardados mata-matas.
O que o futebol europeu tem, e, como sul-americano, causa-me inveja, são os melhores gramados, estádios e jogadores do mundo, incluindo, claro, os sul-americanos…
Tecnicamene, Real Madrid 2×1 Inter foi muito melhor que Fluminense 2×0 Platense. E o motivo é óbvio: no auge, Hulk jogava no Porto; hoje, no ocaso, joga no Flu…
O que melhoraria a Libertadores não é, definitivamente, outra mudança de regulamento como não foi a imbecil final única, o que deixaria a competição mais atrativa seria Vini Jr no Flamengo, Estevão e Endrick no Palmeiras, Marquinhos no Corinthians, Valverde no Peñarol…
Cultura e regulamento não se importam!
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Vitão Raiz
Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É tudo nosso! É nóis aqui no iG com a coluna Vitão Raiz !
