
Luxemburgo abre o jogo sobre interesse do Corinthians
O treinador Vanderlei Luxemburgo, de 74 anos, abriu o jogo sobre a possibilidade de retornar ao Corinthians com um cargo administrativo nesta terça-feira (27).
Em vídeo divulgado em sua conta oficial no Instagram, que possui mais de 900 mil seguidores, Luxa explicou que não foi convidado pelo clube paulista para a oportunidade.
“Ninguém do Corinthians me convidou. Eu queria deixar bem claro isso, porque as pessoas especulam, e eu fico querendo dar uma resposta. Ninguém me procurou, assim como não me procuraram para ser treinador”, revelou o profissional.
Segundo informações divulgadas pela reportagem do portal Meu Timão, o nome de Luxa surgiu em uma reunião de conselheiros do Parque São Jorge, que ofereceram a ideia a Osmar Stabile, atual presidente do clube.
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Leia abaixo o pronunciamento completo de Vanderlei Luxemburgo:
“Olá, pessoal! Boa tarde! Queria falar uma coisa importante para vocês:
Estão especulando muito o meu nome no Corinthians, para ser coordenador, mas ninguém do Corinthians me convidou. Eu queria deixar bem claro isso, porque as pessoas especulam, e eu fico querendo dar uma resposta. Ninguém me procurou, assim como não me procuraram para ser treinador.
Quando eu falei isso (possibilidade de assumir o time), foi o seguinte: se tivessem me convidado para ser o treinador do Corinthians em nove jogos, em gratidão ao clube que me deu o direito de voltar ao futebol depois de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), que tentou me sacanear e me tirar do futebol, eu agradeço muito ao Corinthians e voltaria, com o meu coração arrebentando para poder ajudar o Corinthians a sair desta confusão.
Agora, para eu voltar ao futebol, sem ser esse projeto de nove jogos do Corinthians, seria para ser o ‘head coach’, o responsável pelo futebol, e não ter que ficar dando satisfação a um diretor executivo que eu vejo que não completa. O futebol começou a ter muito problema a partir do momento em que esses diretores executivos chegaram. O ‘head coach’ tem que trabalhar com o gerente de futebol, com o supervisor de futebol, direto com a diretoria, e ser o responsável pelo futebol do clube. Isso é ‘head coach’, como acontece na Europa, e não como desvalorizaram o treinador no Brasil.”
