
Bruno Guimarães desperdiçou a cobrança de pênalti contra a Noruega
O Brasil voltou a se encontrar com um fantasma conhecido em Copas do Mundo: o pênalti perdido. Logo no início do duelo contra a Noruega, pelas oitavas de final, Bruno Guimarães teve a chance de abrir o placar para a Seleção Brasileira, mas parou no goleiro Nyland.
O lance aconteceu aos 13 minutos do primeiro tempo, depois de revisão no VAR. Martinelli invadiu a área, acionou Matheus Cunha, e o atacante foi derrubado. O árbitro Ismail Elfath inicialmente mandou o jogo seguir, mas depois foi ao monitor e marcou pênalti para o Brasil. Na cobrança, Bruno bateu à meia altura, no canto direito, e Nyland fez a defesa.

Bruno Guimarães – Brasil x Noruega
Bruno tinha 100% de aproveitamento
O erro chama ainda mais atenção pelo histórico do volante. Segundo levantamento do Transfermarkt, Bruno Guimarães havia cobrado apenas três pênaltis na carreira profissional antes do jogo contra a Noruega e convertido todos.
Ou seja: o primeiro erro do jogador veio justamente em um mata-mata de Copa do Mundo. A escolha por Bruno também deve alimentar debate, já que um jogador com pouco histórico de cobranças não deveria ser a primeira opção em um momento tão decisivo para a Seleção.
Igor Thiago já havia desperdiçado
O pênalti perdido por Bruno não foi o primeiro do Brasil nesta Copa. Ainda na fase de grupos, no jogo contra a Suíça, Igor Thiago também desperdiçou uma cobrança pela Seleção Brasileira.

Igor Thiago e Endrick
Croácia ainda pesa na memória
A lembrança mais recente e dolorosa é a eliminação para a Croácia na Copa de 2022. Depois do empate por 1 a 1 nas quartas de final, o Brasil caiu nos pênaltis. Rodrygo teve cobrança defendida por Livakovic, e Marquinhos acertou a trave na batida que confirmou a queda brasileira.
Aquela derrota virou uma das grandes cicatrizes recentes da Seleção. O time abriu o placar na prorrogação com Neymar, sofreu o empate no fim e acabou eliminado nas penalidades.
Por isso, qualquer cobrança desperdiçada em mata-mata reacende a memória de 2022. O erro de Bruno contra a Noruega não decide sozinho o jogo, mas carrega peso simbólico enorme.
