
Espanha levou os principais prêmios indiviuais da Copa
A Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim neste domingo (19) com o bicampeonato da Espanha na vitória de 1 a 0, na prorrogação, sobre a Argentina. Após a partida disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, a FIFA anunciou os vencedores das premiações individuais do torneio.
O que se viu foi um domínio espanhol com os seus jogadores no topo dos três principais prêmios.
Luva de Ouro
O melhor goleiro do Mundial foi Unai Simón. O jogador do Athletic Bilbao só levou somente um gol na competição. Foi na vitória da Espanha sobre a Bélgica por 2 a 1, nas quartas de final, no SoFi Stadium, em Los Angeles. A seleção espanhola foi a equipe menos vazada.
Melhor Jogador Jovem
Ainda na defesa, quem se destacou foi o zagueiro Pau Cubarsí, que pertence ao Barcelona. Com 19 anos, ele passou confiança e foi um dos pilares da equipe.
Antes de ser campeão mundial, em 2024, ele havia conquistado a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Paris. Foi a primeira vez que um espanhol ganhou esta premiação.
Cubarsí superou o badalado Lamine Yamal. O companheiro de time fez uma Copa com o desempenho abaixo do que foi esperado anteriormente.
Bola de Ouro
O prêmio de melhor jogador da competição ficou com Rodri. O meio-campista foi, sem dúvida alguma, um dos principais jogadores da seleção. Por ele passavam as jogadas ofensivas, ditando o ritmo da partida. Ele também foi importante na parte defensiva dos jogos.
Chuteira de Ouro
O posto de goleador máximo foi ocupado por Kylian Mbappé. O francês de 27 anos encerrou a Copa do Mundo com dez gols marcados em oito partidas disputadas.
Além de ser o artilheiro pela segunda vez na história – a primeira foi em 2022, no Catar, com oito gols –, Mbappé bateu a marca de ser o jogador que mais vezes balançou as redes em toda a história do Mundial. Foi uma disputa acirrada com Lionel Messi.
O jogador da França terminou com 22 gols, um a mais que o representante da Argentina. Para trás também ficaram Miroslav Klose, da Alemanha, com 16 gols, e Ronaldo Fenômeno, do Brasil, com 15.
Líder de assistências
Quem também escreveu o seu nome na Copa foi o meio-campista Michel Olise. Ninguém deu mais assistências que ele. Foram sete em oito partidas, todas com bola rolando.
Com este número, o atleta da França superou nada mais nada nada menos que Pelé. Em 1970, o Rei do Futebol havia dado seis passes para os seus companheiros marcarem gols.
