“A iniciativa do clube surgiu da compreensão de que ambientes esportivos, caracterizados por ruídos intensos, grande circulação de pessoas, estímulos visuais e imprevisibilidade, podem representar desafios sensoriais e comportamentais para parte desse público”, publicou o Mirassol.
“Mais do que disponibilizar uma sala, esta iniciativa representa uma mudança de olhar: compreender que inclusão não significa apenas permitir o acesso, mas também oferecer condições para que cada pessoa possa participar, dentro de suas possibilidades e necessidades, com dignidade, segurança e pertencimento”, ressaltou Susan Meire Carvalho, diretora da APAE.
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