Raphinha substitui papel essencial de Neymar na Seleção

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Raphinha
Rafael Ribeiro / CBF

Raphinha

O novo ciclo da Seleção Brasileira após a Copa do Mundo de 2026 se inicia nesta sexta-feira (25). Sem Neymar, o técnico Carlo Ancelotti já tem um preferido para ser o novo cobrador de pênaltis: o atacante Raphinha, do Barcelona.

Responsabilidade

Mesmo não fazendo um Mundial brilhante em 2026, Raphinha chega com chance de protagonismo nesta nova temporada. Pelo Barcelona, na nova era, o brasileiro tem números que impressionam, com 14 gols e três assistências em 8 partidas, sendo o artilheiro da La Liga.

Bruno Guimarães - Brasil x Noruega
Divulgação / Fifa

Bruno Guimarães – Brasil x Noruega

A responsabilidade aumenta ainda mais por conta de episódios recentes envolvendo pênaltis com a Seleção Brasileira. Na Copa do Mundo deste ano, Bruno Guimarães perdeu a penalidade máxima que poderia colocar o Brasil à frente da Noruega, e foi criticado assim como Vini Júnior, que naquela ocasião poderia também ter cobrado a infração.

Em 2022, a Seleção Brasileira foi eliminada nos pênaltis para a Croácia, na Copa do Mundo do Catar, após Rodrygo e Marquinhos desperdiçarem as cobranças brasileiras.

No 11 inicial

Técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti
Divulgação

Técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti

Raphinha foi confirmado como titular para o duelo contra a Austrália, nesta sexta-feira (25). “Amanhã (sexta) vão jogar Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis e Douglas Santos; Danilo e Bruno Guimarães; Estevão, Raphinha, Endrick e Vinícius. Mas não se acostumem (com a escalação antecipada antes do duelo)”, declarou Carlo Ancelotti.

“Para nós, o importante é jogar bem, pensar em ganhar jogos. A verdade é que este jogo pode ser uma oportunidade para alguns, mas eu acredito que temos uma base e temos que seguir com essa base. São os jogadores que já jogaram a Copa do Mundo, que podem ajudar na progressão dos nossos jovens que temos aqui”, acrescentou o italiano.

O italiano também falou sobre a “estratégia” em disputar dois jogos seguidos com a Austrália, seleção que nos últimos anos sempre figurou como uma representante do continente asiático em Mundiais.

“É algo novo, mas eu acho que são duas partidas de nível, porque a Austrália mostrou muita qualidade na Copa do Mundo. Pode ser que vamos jogar os dois jogos diferentes como sistema, como atuação do sistema. Eu acho que é uma boa oportunidade para começar a fazer as coisas bem”, destacou o treinador italiano, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (24).



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